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Ouro Branco: Cassado, Samuel reaparece e lança chapa Amariudo e Dr. Araújo

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Meio sumido de Ouro Branco depois que perdeu várias liminares no TSE em
Brasília, o ex-prefeito Samuel Souto reapareceu hoje na cidade e reuniu seus antigos cargos comissionados e alguns contratados, além de quatro vereadores e lançou a chapa proporia do PP: Amariudo prefeito e Dr. Araújo, que tá com 83 anos, mas topou a parada para não ter brigas e discórdias no sistema.

Amariudo foi várias vezes vereador, foi duas vezes vice-prefeito e estava presidente da Câmara, quando o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN), cassou duas vezes Samuel Souto por abuso de poder econômico nas eleições de 2024. Amariudo, por ordem da justiça, tomou posse e Samuel passou a dizer que voltava em Brasília. Passou setembro, outubro, novembro, dezembro e entrou 2026 dizendo que voltaria e não teria eleições suplementares.

Samuel hoje caiu na real. Não volta mais ao cargo e lançou uma chapa.

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O homem que descobriu Salobo, a grandiosa mina de cobre da Província Mineral de Carajás

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Minerando Histórias apresenta o relato inédito e emocionante de José Willame do Rêgo sobre a descoberta de um dos maiores depósitos de cobre do planeta, localizado no município de Marabá (PA).

Foto histórica das primeiras coletas de amostra no Salobo, realizadas em 1977

O silêncio toma conta da videochamada por alguns segundos. José Willame do Rêgo respira fundo, olha para o lado e fecha os olhos por um instante — como se estivesse voltando no tempo. Quando retoma a fala, a voz sai mais baixa, carregada de memória.

— “Eu nunca esqueci aquele som… foi um barulho que mudou minha vida.”

É assim que começa o relato de um dos capítulos mais importantes da mineração brasileira — contado por quem esteve lá, no meio da floresta e dos rios, quando tudo ainda era desconhecido, na década de 1970.

José Willame do Rêgo nasceu em 24 de setembro de 1949, na pequena cidade de Pau dos Ferros, no interior do Rio Grande do Norte. Era um jovem como tantos outros do Nordeste brasileiro: curioso, determinado e disposto a estudar para mudar de vida.

Em 1969, deixou o interior e seguiu para Natal, onde passou a viver na tradicional Casa do Estudante. Aos 19 anos, ingressou no primeiro curso técnico em mineração da Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte. Era um curso novo, quase experimental. Mas ele acreditou.

Em 1972, formou-se técnico em mineração. E foi justamente naquele momento que surgiu a oportunidade que mudaria seu destino para sempre. O renomado geólogo Breno Santos, envolvido nas primeiras pesquisas minerais que levou à descoberta de Carajás, entrevistou o jovem recém-formado na Capital Potiguar.

O convite foi direto: trabalhar na Amazônia pela empresa Terraservice Projeto Geológico Ltda., que prestava serviços à então Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) — hoje conhecida como Vale.

Willame não pensou duas vezes. Mas antes de partir, precisava voltar ao interior e contar à família. Quando falou à mãe que iria morar no Pará, ouviu uma frase que ainda hoje o emociona ao lembrar.

— “Meu filho… pro Pará? Esse lugar é o fim do mundo…”

Nesse ponto da entrevista, ele faz uma pausa. Respira fundo novamente.

— “E era mesmo… naquela época era o fim do mundo. Mas foi o início da minha história.”

A FLORESTA, OS PERIGOS E A SOBREVIVÊNCIA

No final de 1972, já com 22 anos, o jovem técnico desembarcava na Amazônia. Ele sorri ao lembrar do valor da passagem de ida e volta: 125 cruzeiros.

O primeiro destino foi Belém, capital do Pará, mas pouco tempo depois seguiu para Tucuruí, onde trabalhou no acampamento Tucará — ainda antes da construção da hidrelétrica que mudaria completamente o cenário da região.

Auditório da Docegeo, em Belém, no ano de 1985.

Tudo era rústico, improvisado e desafiador. Não havia estrutura. Não havia comunicação eficiente. E, principalmente, não havia assistência de saúde adequada.

Meses depois, a equipe foi atingida por um surto de malária. Quase todos adoeceram — menos ele. Até hoje, Willame se orgulha de dizer que, ao longo de mais de 50 anos trabalhando na Amazônia, nunca contraiu malária.

Ao longo dessas décadas, viveu situações que hoje parecem roteiro de cinema.

José Willame do Rêgo em N1, no ano de 1981.

Passou meses isolado em áreas remotas, dormiu em barracos improvisados, enfrentou doenças tropicais e percorreu regiões onde o homem ainda mal havia chegado.

Mas um dos episódios mais marcantes veio após um acidente em um dos rios do estado do Amazonas. O barco em que ele estava com a equipe naufragou no Rio Jatapu, afluente do Rio Uatumã. Eles perderam tudo. Equipamentos, comida, ferramentas. Restaram apenas as roupas do corpo — e a necessidade urgente de sobreviver.

Foram sete dias no meio da mata, cercados por perigos invisíveis e constantes. Onças rondavam à noite. Cobras cruzavam o caminho. Insetos atacavam sem trégua.

Sem mantimentos, a única alternativa foi buscar alimento direto da floresta.

Sobreviveram comendo açaí servido em folhas de bananeira. Sem rádio comunicador, sem contato com o mundo exterior, a esperança veio da improvisação. Fizeram fogueiras e produziram fumaça, tentando chamar a atenção de aeronaves que passassem pela região.

Quando finalmente foram resgatados, dias depois, o sentimento era de gratidão — e sobrevivência.

— “Foi um dos momentos mais difíceis da minha vida… mas ninguém morreu. Isso foi o que mais importou.”

Mas os perigos não pararam por aí. Ao longo dos anos, Willame enfrentou ataques de porcos queixadas, conhecidos por avançarem em grupo e representarem risco real para qualquer pessoa na floresta.

Já ajudou a salvar companheiros vítimas de picadas de cobra surucucu-pico-de-jaca e participou do socorro de ribeirinhos gravemente feridos após ataques de onça.

— “Na floresta, a gente dependia um do outro… se não ajudasse, a pessoa morria.”

A MISSÃO QUE LEVARIA À DESCOBERTA

Em janeiro de 1974, já atuando pela DOCEGEO — Rio Doce Geologia e Mineração S.A., subsidiária da então Companhia Vale do Rio Doce, Willame recebeu uma missão estratégica: Seguir pelo Rio Itacaiúnas, na região de Marabá, em busca de novos depósitos de metais básicos. Era um território praticamente desconhecido. Os mapas eram incompletos. Muitos rios sequer tinham nome.

José Willame do Rêgo em N1, no ano de 1975.

Durante anos, percorreu a região em expedições longas e perigosas. Em uma dessas expedições, a equipe partiu de Marabá com 25 homens distribuídos em cinco embarcações. Foram seis dias de navegação e cerca de 300 quilômetros rio acima pelas águas do Rio Itacaiúnas, em uma jornada enfrentando as correntezas e desafios naturais.

Levava consigo uma lapiseira, um caderno de anotações, uma lupa, um martelo geológico — e um velho companheiro inseparável: um revólver .38 Smith &Wesson. Eram, na época, os instrumentos mais modernos disponíveis para explorar a floresta.

Até que chegaram à entrada de um igarapé ainda sem identificação. Curioso, perguntou a um pescador ribeirinho se aquele curso d’água tinha algum nome.

A resposta foi simples — e decisiva.

— “A gente só sabe que a água dele é muito saloba”

A palavra ficou ecoando em sua mente. Ali mesmo, tomou uma decisão. Aquele curso d’água passaria a se chamar: Igarapé Salobo. Mal sabia que aquele nome se tornaria conhecido mundialmente anos depois.

O BARULHO QUE MUDOU A HISTÓRIA

Foi a partir da foz do igarapé recém nomeado, cerca de 21 quilômetros adiante, que aconteceu o momento que transformaria sua vida — e a história da mineração brasileira.

Willame navegava pela margem direita, atento a cada detalhe, desenhando cada curva do rio, quando ouviu um som estranho. Parecia água. Mas não havia nenhuma queda visível. Intrigado, decidiu investigar. Mandou abrir caminho da beira do rio até o interior da mata fechada.

Quanto mais avançavam, mais o som aumentava. Até que encontraram, a cerca de 30 metros da margem, uma cena incomum: Uma cascata escondida, onde a água brotava do subsolo, batia em uma árvore caída e retornava novamente à terra por baixo. Era um fenômeno raro.

Foi ali que ele coletou a primeira amostra, identificada como SS 135885 com teor 2700 PPM de cobre, na área que ficaria conhecida como Grota Cascata.

Uma fotografia inédita registra esse momento — o instante em que a primeira amostra foi retirada. A data ficou marcada para sempre: 20 de maio de 1977.

Dois meses depois, veio a confirmação. O material apresentava alto teor de cobre. Um silêncio tomou conta da vídeo chamada durante a entrevista quando ele relembra esse momento. Ele olha para baixo. Sorri de leve. Mas os olhos se enchem de lágrimas.

— “Foi a maior alegria da minha vida… o sonho de qualquer pesquisador é encontrar algo que ninguém encontrou antes.”

O RECONHECIMENTO E A MEMÓRIA

A descoberta rapidamente ganhou repercussão nacional. Grandes veículos de comunicação passaram a noticiar o feito. Reportagens foram publicadas, entrevistas concedidas e o nome do jovem técnico passou a circular entre especialistas e no meio científico.

Primeiro acampamento do Salobo.

Mas, ao relembrar esse momento, Willame faz questão de destacar algo que considera essencial:

— “Ninguém descobre nada sozinho… tinha uma equipe comigo. Sem eles, nada teria acontecido.”

Esse reconhecimento coletivo é algo que ele repete diversas vezes durante a entrevista. Para ele, a mineração nunca foi trabalho individual. Sempre foi trabalho de equipe. E esta tinha a seguinte formação:

  1. Willame    Tec. Em Mineração
  2. Neco          Enfermeiro
  3. Jorge          Capataz
  4. Goes           Cozinheiro
  5. Mirico         Piloto barco
  6. Melo           Auxiliar de campo
  7. Louzada      Auxiliar de campo
  8. Santinho     Auxiliar de campo
  9. Vai a lua      Auxiliar de campo.

O PROJETO SALOBO

Décadas depois daquela primeira amostra retirada após o barulho da cascata, o local se transformou em um dos maiores projetos minerais do mundo. O Projeto Salobo, na Província Mineral de Carajás – está localizado no município de Marabá, porém, o acesso ocorre por Parauapebas – tornou-se referência internacional na produção de cobre e segue em constante expansão, consolidando-se como um dos principais ativos minerais do Brasil.

Fotografia registrada durante visita técnica ao depósito de Salobo, realizada logo após sua descoberta. Da esquerda para a direita: Emanuel Mendonça Magalhães, presidente da DOCEGEO à época; (nome não identificado); Machado, vice-presidente da DOCEGEO; Reinaldo Gonzalez, geólogo da DOCEGEO; Willame Rego, ao centro, portando mapa na mão esquerda; Délcio Keunemeyer, geólogo; (nome não identificado); (nome não identificado); e Breno Santos.

Entretanto, para Willame, o valor daquele lugar vai muito além dos números. Ali está uma parte da sua história.

Da sua juventude.

Da sua coragem.

Da sua vida.

O SONHO QUE AINDA RESTA

Hoje, aposentado e prestes a completar 77 anos em setembro de 2026, vivendo em Belém, ao lado da esposa Evarista — companheira de mais de seis décadas — Willame carrega um sonho simples, mas profundo.

José Willame do Rêgo atualmente, aos 77 anos.

Há mais de duas décadas, ele não retorna ao local da descoberta. Mas pretende voltar. E quando fala disso, a emoção reaparece.

— “Antes de morrer, eu quero voltar lá… levar minha esposa, minhas filhas, meus netos… mostrar onde tudo começou.”

Ele faz silêncio. Respira fundo novamente e completa:

— “Foi um barulho… um simples barulho… que mudou a minha vida.”

Por Wagner Santos

CKS ONLINE.

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MUNDO DO ESPORTE DE LUTO MORRE O NATALENSE E UM DOS MAIORES DESPORTISTAS DO BRASIL OSCAR SCHIMIDT

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O mundo do basquete sofreu uma grande perda nesta sexta-feira (17). Aos 68 anos, Oscar Schmidt morreu poucos minutos após receber atendimento médico por um mal-estar. A lenda da bola laranja deixa uma legião de fãs ao redor do globo, além de recordes e feitos que marcaram a história do esporte.

Nascido em Natal, o “Mão Santa” construiu números impressionantes ao longo de 25 temporadas como profissional. Ele é o maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, além de deter o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093.

Nas Olimpíadas, onde participou de cinco edições consecutivas, Oscar também acumulou marcas históricas: foi diversas vezes cestinha e protagonizou atuações memoráveis, como os 55 pontos anotados contra a Espanha em Jogos Olímpicos de Seul 1988 – recorde em uma única partida no torneio

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Deputado Robinson Faria participa da 1ª Caminhada pelo Autismo em Poço Branco e anuncia emenda para a AMECA

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O deputado federal Robinson Faria esteve nesta quinta-feira, 16, em Poço Branco, onde participou da 1ª Caminhada pela Conscientização do Autismo, organizada pela Associação de Mães e Crianças Atípicas de Poço Branco, a AMECA. O evento foi idealizado pelo vice-prefeito Maurício Neto e por sua esposa Bruna Marinho e contou com a presença do prefeito Edinho, dos vereadores Percivaldo Junior e Junior Agulha e do ex-prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César Câmara.

“Como pai atípico, essa é uma bandeira que vou levantar enquanto eu for deputado federal. Vou seguir apresentando projetos de lei e destinando emendas para associações como a AMECA, porque toda criança atípica merece suporte qualificado e toda família merece apoio para enfrentar essa jornada com dignidade”, afirmou o parlamentar. A emenda parlamentar já anunciada pelo deputado à associação vai permitir a contratação de profissionais especializados e a aquisição de materiais para melhorar a estrutura de atendimento da AMECA.

A 1ª Caminhada pela Conscientização do Autismo marca o início de uma agenda de mobilização em Poço Branco em torno dos direitos das pessoas com Transtorno do Espectro Autista. O apoio do deputado Robinson Faria reforça o compromisso do mandato com as famílias atípicas do interior do Rio Grande do Norte, ampliando o acesso a serviços especializados para crianças e adolescentes com TEA no município.

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CHEGOU CHEGANDO: PRÉ-CANDIDATURA DE BIBIANO A DEPUTADO ESTADUAL PELO MDB GANHA FORÇA E PROJETA VAGA PRA ALRN DENTRO DA NOMINATA

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POSSÍVEL MUDANÇA DE ODON JR PARA SER VICE DE CADU ENFRAQUECERIA NOMINATA DA FEDERAÇÃO PT, PV E PCdoB E NÃO ACRESCENTARIA NA CHAPA MAJORITÁRIA

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Uma possível desistência do ex-prefeito de Currais Novos, Odon Jr, de disputar uma vaga na Câmara Federal para assumir como vice na chapa de Cadu, além de enfraquecer a nominata da federação, não acrescenta força à chapa majoritária.

Boatos sobre essa movimentação indicam um cenário pouco estratégico para o PT. Isso porque Odon Jr é considerado um dos favoritos 
Uma possível mudança no cenário político envolvendo o ex-prefeito de Currais Novos, Odon Jr, que pode desistir da disputa por uma vaga na Câmara Federal para assumir como vice na chapa de Cadu, levanta questionamentos. A movimentação, além de enfraquecer a nominata da federação, também não acrescentaria força à chapa majoritária.

Boatos sobre essa articulação apontam para uma decisão pouco estratégica para o PT. Isso porque Odon Jr é considerado um dos nomes mais fortes na disputa por uma vaga na Câmara Federal, sendo peça importante para o desempenho da federação PT, PV e PCdoB.

Caso a mudança se confirme, a federação perderia densidade eleitoral na nominata proporcional, ao mesmo tempo em que a composição da majoritária não ganharia um reforço relevante, tornando a decisão questionável do ponto de vista político.

BLOG DO PÁSSARO

POLÍTICA POR QUEM ENTENDE DE POLÍTICA

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CONFIRMADO: Samanda recebe apoio de prefeitos de Santa Cruz e Cruzeta ao Senado

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A prefeita de Santa Cruz, Aninha de Cleide (MDB), e o prefeito de Cruzeta, Joaquim de Medeirinho (União), anunciaram apoio à pré-candidatura de Samanda Alves (PT) ao Senado Federal na tarde desta quinta-feira (16).

 

O anúncio ocorre no contexto das articulações para as eleições de 2026 no Rio Grande do Norte e amplia a presença da pré-candidatura no interior do estado. Santa Cruz, na região Trairi, e Cruzeta, no Seridó, são municípios com relevância política em suas respectivas regiões.

“Esse é um passo importante na construção de uma candidatura que tem base nos municípios e compromisso com o Rio Grande do Norte. Estamos ampliando alianças e fortalecendo um projeto político com presença em todas as regiões”, afirmou Samanda.

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UBALDO FERNANDES RECEBE APOIO DA EX-VEREADORA MARGARETE RÉGIA E FORTALECE BASE NA ZONA NORTE DE NATAL

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O deputado estadual Ubaldo Fernandes recebeu, na noite desta quinta-feira (16), o importante apoio da ex-vereadora Margarete Régia, uma das principais lideranças populares da Zona Norte de Natal. A adesão reforça o projeto político do parlamentar rumo ao seu terceiro mandato e amplia ainda mais sua presença junto às comunidades da capital.

Com uma trajetória marcada pela atuação próxima ao povo, Margarete Régia construiu sua história pública com forte presença nos bairros, defendendo causas sociais, a valorização das mulheres e a melhoria da qualidade de vida da população. Seu perfil popular e compromisso com as comunidades dialogam diretamente com a forma de atuação de Ubaldo Fernandes.

“Recebo esse apoio com muita alegria e responsabilidade. Margarete é uma liderança respeitada, que conhece de perto a realidade do nosso povo e tem serviços prestados à nossa cidade. Sua chegada fortalece ainda mais nosso compromisso de seguir trabalhando por quem mais precisa”, destacou o deputado.

A união representa o fortalecimento de um projeto político pautado na escuta, na presença constante nas comunidades e na busca por soluções concretas para os desafios enfrentados pela população potiguar. Com a chegada de Margarete Régia, Ubaldo amplia sua base de apoio na capital e segue consolidando uma caminhada construída ao lado do povo, em prol de um Rio Grande do Norte mais justo, inclusivo e com mais oportunidades para todos.

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SEGUINDO FIRME NO SEU PROJETO DE CHEGAR A ALRN BIBIANO RECEBE IMPORTANTES ADESÕES EM PARNAMIRIM

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Um grupo de empresários e lideranças políticas de Parnamirim se reuniu na tarde desta quinta-feira (16) para anunciar apoio formal à pré-candidatura de Bibiano ao cargo de deputado estadual pelo Rio Grande do Norte.

O encontro, marcado pelo tom de unidade, reuniu nomes do setor produtivo e da vida pública do município com um objetivo comum: levar o modelo de gestão de Serra do Mel para outros municípios potiguares.

A reunião contou com a presença do próprio Bibiano, ex-prefeito de Serra do Mel por quatro mandatos e apontado como um dos responsáveis pela consolidação do município como a capital da castanha no RN. Para os presentes, a trajetória do gestor é um argumento sólido que justifica o apoio.

“O histórico político de Bibiano e a transformação que ele promoveu em Serra do Mel precisam chegar a outros municípios por meio de pessoas como ele — um gestor com visão e conhecimento para promover mudanças”, destacou um dos participantes, resumindo o sentimento do grupo.

Os participantes demonstraram coesão em torno da necessidade de o Rio Grande do Norte contar, na Assembleia Legislativa, com parlamentares de experiência comprovada em gestão municipal.


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Allyson recebe adesões em Porto do Mangue

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O pré-candidato ao Governo do RN, Allyson Bezerra (União Brasil), amplia sua presença política na região da Costa Branca com a consolidação de apoios importantes em Porto do Mangue.

A principal liderança da oposição no município atualmente é Júnior Bola, que passa a integrar o projeto político de Allyson e lidera o movimento local de adesão.

Também somam forças os vereadores Tieigo, Raniery e Lissandra, reforçando a base política no Legislativo municipal.

Entre os ex-vereadores que declaram apoio estão Galego, Carlos Augusto, Clebson Moura e Marlos Victor, ampliando o alcance do grupo.

O movimento conta ainda com o apoio de ex-prefeitos do município, como Sael Melo e Chico Pereira, o que fortalece ainda mais a articulação política em Porto do Mangue.

A adesão conjunta reorganiza o cenário político local e insere o município de forma mais efetiva no projeto RN do Futuro, ampliando a presença de Allyson Bezerra em uma das regiões estratégicas do estado, tanto do ponto de vista econômico quanto eleitoral.

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URGENTE: Flávio pode ficar inelegível

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Um especialista ouvido pelo portal Metrópoles afirmou que Flávio Bolsonaro ficará inelegível se for condenado por calúnia.

Advogado especializado em direito eleitoral, Carlos Frota afirma que uma eventual condenação do senador Flávio Bolsonaro (PL) pode resultar na suspensão de seus direitos políticos e impedir que ele concorra ao Planalto. Conforme revelou a coluna nesta quarta-feira (15/4), o ministro Alexandre de Moraes (STF) determinou a abertura de um inquérito para investigar possível crime de calúnia do parlamentar contra o presidente Lula.

Mestre em sociologia política, Frota destacou que a Constituição prevê a suspensão dos direitos políticos em caso de condenação.

“Sem entrar no caso concreto, a Constituição Federal de 1988 é clara ao estabelecer que a sentença penal condenatória, inclusive por crimes contra a honra, pode ensejar a suspensão dos direitos políticos”, disse o especialista.

Segundo o advogado eleitoral, Flávio Bolsonaro ficaria impedido de obter certidão de quitação eleitoral.

“No caso da suspensão dos direitos políticos, o cidadão não é sequer registrável: não obtém certidão de quitação eleitoral, não pode se filiar a partido político e tampouco votar, uma vez que o título eleitoral fica cancelado”.

Alexandre de Moraes determinou a instauração do inquérito para esclarecer se o parlamentar cometeu crime de calúnia contra o presidente Lula em uma postagem nas redes sociais, feita em 3 de janeiro de 2026.

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