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Lula faz afirmações como se estivesse em mesa de bar”, aponta Rogério Marinho

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O senador Rogério Marinho (PL) quer evitar o desmanche de avanços importantes realizados nos últimos anos. Para isso, o líder da oposição no Senado faz alerta para os demais parlamentares e sociedade sobre a postura que vem sendo adotada nos dois primeiros meses de gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao Sistema Tribuna, Rogério Marinho falou sobre a disputa pelo comando do Senado, papel da oposição e quais os principais temores dos oposicionistas.

Confira:

Como o senhor avalia a responsabilidade e o seu papel de protagonismo já neste primeiro mandato de senador?

Primeiro é uma responsabilidade e uma tarefa importante no momento em que o país está passando. Nós fomos procurados pelos nossos pares depois do processo de eleição da mesa do Senado e fomos indicados pelos 22 senadores que compõe o bloco da oposição – do Republicanos, Progressistas, o Novo e o Partido Liberal -, e já estamos montando a nossa estratégia e o nosso plano de trabalho terá que ser apresentado aos senadores que fazem parte desse bloco de oposição, na primeira semana após o Carnaval. A nossa ideia é contribuirmos pra que nós tenhamos um uma boa administração no país, porque nós temos que defender esse legado virtuoso do ponto de vista da economia e social, é impedir retrocessos e eu diria até evitar algumas incongruências que, certamente, caso sejam aprovadas vão impactar de forma muito negativa na sociedade brasileira.

Que retrocessos já ocorreram por determinação do presidente Lula ou aprovados no Congresso Nacional?

Eu diria que o governo que se instala do Lula tem sido pródigo em bater cabeças. É um governo confuso e me parece que claramente que falta um norte. O que um ministro diz pela manhã, um outro ministro se encarrega de desmentir à tarde. Esse padrão se repete inclusive com o presidente da República. Não sabemos muito bem qual é a direção real, mas se houver a repetição do padrão e como estiveram as administrações do PT, principalmente nos últimos anos do presidente Lula e da ex-presidente Dilma Rousseff, é um padrão que nós vamos ter dificuldade. Nós temos o histórico de desastre econômico e social como consequência. Nós temos um país que, em 2016, último ano do governo do PT, e tivemos um prejuízo, por exemplo, nas nossas estatais que eram aparelhadas pelos apaniguados políticos em mais de R$ 30 bilhões por ano. Essa mudança começa a acontecer com a profissionalização da gestão das estatais, dos bancos públicos, a partir da lei das estatais que está em risco. Esse é um dos acenos negativos que esse governo faz.

O senhor acha que há ilegalidade nas indicações de Aloizio Mercadante para o BNDES e Jean Paul Prates para a Petrobras?

É evidente que (a Lei das Estatais) foi desrespeitada por um governo que acredita que pode tudo. Não estou falando nem no mérito das suas indicações se são ou não competentes, até porque no caso do Jean Paul, que é aqui do Rio Grande do Norte, para nós é até importante como norte-riograndense ter um presidente da Petrobras, porque é um cargo importante, mas nós não podemos acreditar que existem pessoas, indivíduos ou partidos acima da lei. Ninguém pode estar acima da lei, ela não vale só para um seguimento político.

Isso já foi questionado?

Já foi questionado por deputados, sociedade civil e, certamente, em breve, nós teremos um posicionamento no Judiciário e por parlamentares no Congresso Nacional.

Que outros pontos o senhor considera retrocessos e que podem impactar na economia?

Quando nós fazemos uma retrospectiva do que foi o governo do PT nos últimos anos e o que está acontecendo agora, estamos vendo um filme em que o padrão é absolutamente nítido, não deixa dúvida de que o atual governo pretende repetir. Por exemplo, a entrada do Mercadante no BNDES, o anúncio feito pelo presidente e pelo próprio Mercadante, é que vai voltar a emprestar recursos do trabalhador brasileiro, do cidadão brasileiro, a países que sequer pagaram os empréstimos que contraíram nos governos do PT. E o único e mais consistente argumento é de que esses países são amigos do Brasil, ou seja, vamos traduzir: são países que tem afinidade ideológica de esquerda com o governante de ocasião. Isso é muito ruim, porque está abrindo mão de um critério técnico e objetivo e aí eu pergunto ao cidadão que eventualmente vai ler a nossa entrevista. Você consegue um empréstimo no banco se estiver inadimplente com o pagamento desse empréstimo no banco? Nem com agiota se estiver negativado, por que é que o Lula vai usar o nosso dinheiro para ajudar aos seus amigos? Essa é uma sinalização muito ruim. Nós vimos o ministro da Previdência praticamente, no seu discurso de posse, afirmar que não há déficit na Previdência. Parece de um primarismo tão atroz, que ao mesmo tempo que espanta, o que nos deixa perplexos, mostra a qualidade dos ministros que estão assumindo o governo no Brasil. Alguém que tenha responsabilidade sobre o sistema previdenciário brasileiro, que tem 36 milhões de beneficiários, que teve a necessidade de fazer ao longo dos últimos anos uma série de ajustes, inclusive no governo do PT, para permitir que esse sistema não quebrasse. O envelhecimento da população é muito bom, dada a questão da melhoria das condições de saúde, de salubridade nas cidades, isso é positivo. Por outro lado, temos o financiamento dos sistemas previdenciários, que é um problema mundial. Aí ver assumir o presidente e o ministro afirmando que não existe problema. Em seguida vem o ministro do Trabalho dizer que entre as principais prioridades da sua pasta está acabar com a reforma trabalhista, com a lei da liberdade econômica e as especializações. E agora no campo trabalhista a questão dos aplicativos. Nós temos 4,5 milhões de pessoas no Brasil inteiro que vivem em função desse empreendedorismo e que precisam realmente de alguma segurança e regulamentação, mas não dessa maneira agressiva, eu diria, extremamente arbitrária, de quem afirma que não precisa do Uber, que ele pode sair.

E sobre a possibilidade de revisão dos marcos legais, como o senhor tem acompanhado?

O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirma que vai rever os marcos legais. O Brasil tem ao longo de 170 anos de história, 30 mil quilômetros de ferrovias. O marco ferroviário aprovado em 2020, já nos proporcionou mais de 20 mil novos quilômetros de ferrovias contratados. Esse sucesso representa bilhões de reais de recursos privados que vão gerar emprego, renda e oportunidades. Parece que não está sendo visto pelo ministro Renan. A questão da privatização do Porto de Santos, a capitalização da Eletrobras. O presidente Lula faz afirmações como se ele estivesse sentado numa mesa de bar. Não está entendendo que ele é presidente da República e qualquer manifestação da sua parte impacta na segurança jurídica na perspectiva de quem vai investir no país, gera problema de toda sorte e, não se espantem, se começarmos a cair o ritmo da empregabilidade no Brasil. Nos últimos dois anos mais de 4 milhões de novos empregos foram gerados de forma positiva no Brasil. E hoje por essas afirmações do governo desencontradas, há um clima de apreensão em quem empresta recurso do Brasil e em quem investe no Brasil. Isso vai significar a manutenção do juros de longo prazo, o encarecimento do custo do dinheiro para investimento e, por via de consequência, a diminuição da empregabilidade e a volta da inflação. Então isso é um círculo vicioso e parece que Lula, depois de 17 anos como presidente ou como condutor do PT, não aprendeu ainda como é que funciona a economia na vida real. Não é com retórica, não é por decreto, é com atos receptivos. As ações que ele está empreendendo, eu acho que estão muito mais na linha de justificar o fracasso econômico do primeiro ano de governo, do que efetivamente se colocar de forma a administrar o país.

O que o senhor quis dizer quando acusou o PT de querer criar narrativa de “herança maldita”?

A taxa de desemprego no Brasil chegou a mais de 14% ao ano. No final de 2022 chegou a 8%. Nós temos superávit nas três esferas do governo, há nove anos isso não acontecia. O Brasil terminou o ano com a inflação menor do que a dos Estados Unidos e da Europa, há 40 anos não acontecia. O Brasil está crescendo mais do que a China, há 42 anos isso não acontecia. Nós geramos um saldo de mais de quatro milhões de novos empregos em dois anos, mesmo com guerra da Ucrânia e com pandemia. Então, olhar para essa herança e dizer que é herança maldita, parece uma forçação de barra e um processo de narrativas que é típico do PT, é a forma de como o PT assumiu em 2003, acusando Fernando Henrique Cardoso de ter feito um governo temerário. E essa narrativa se alimenta dessa luta diária das redes sociais e nessa forma deselegante como tem tratado, por exemplo, o presidente do Banco Central. Nas declarações que Lula e seus ministros têm dado no sentido de destruir todo esse marco regulatório, toda essa modernização das políticas macroeconômicas que ocorreram no Brasil nos últimos seis anos. Nós estamos preocupados, porque em apenas 30 dias, há um claro desmonte de um processo que durou mais de seis anos, foi discutido e extremamente conversado e exposto a toda sociedade e de repente, em 30 dias, faz voltar ao marco temporal de 2014/2015, que nós todos sabemos o que aconteceu, o aparelhamento do estado, eleição dos campeões nacionais que foram privilegiados por empréstimos, entrega dos nossos capitais e dos bancos oficiais para políticos. Sabe-se qual foi o resultado: intervenção estatal na economia para beneficiar este ou aquele segmento em relação aos demais, ocasionando desequilíbrio na economia. Sabemos o que aconteceu, está voltando tudo de novo.

Na disputa pela presidência do Senado Federal, algum senador do Estado se comprometeu com o senhor na votação e não cumpriu?

Não. Eu tive a oportunidade de conversar, praticamente, com todo colegiado. Eu só não pedi voto ao Rodrigo Pacheco, até por respeito a ao fato dele ser candidato abertamente, mas conversei possivelmente com 90% dos senadores. E a todos eu tive a oportunidade de expor a minha preocupação com a imagem do Congresso Nacional e em especial o Senado da República. Eu não cheguei no Senado com a pretensão de ser candidato a presidente, estou chegando agora, evidente que eu preciso ter a humildade e a compreensão que aquela é uma casa complexa, é uma casa que tem todas as suas especificidades, que quem está lá há mais tempo tem uma vantagem por conhecer o funcionamento da máquina e da instituição, mas as circunstâncias é que me fizeram candidato a presidente e uma observação simples da imagem do Senado da República pode ser constatada pelo resultado eleitoral. Vinte e sete senadores buscaram recondução, cinco voltaram. Talvez seja a menor taxa de renovação de mandato da história da República. A Comissão de Constituição e Justiça no ano passado, eu disse isso no nosso discurso e falei também com os senadores, realizou seis reuniões no ano contra 61 na Câmara dos Deputados. A CCJ foi capturada por interesses pessoais e não interesses da sociedade brasileira. A hipertrofia do Poder Judiciário diante do Poder Legislativo é evidente, não precisa fazer uma discussão a respeito desse tema, há omissão clara da Mesa Diretora, poder não admite vácuo para ocupá-lo. Então, o que dissemos aos nossos pares, “olha, não pretendo fazer uma política de enfrentamento a ninguém, quero que a casa seja de fato a casa do diálogo institucional”. Defendi o tempo todo o equilíbrio do processo democrático, o reequilíbrio dos três pilares da República, e que cada músculo deles voltasse a fazer a sua atividade originária específica. Cabe ao parlamento fiscalizar o Executivo, cabe ao Executivo executar a sua ação, o seu programa, os seus ideais que defendeu em praça pública e cabe ao Judiciário dirimir os eventuais conflitos que a sociedade apresenta. Então foi isso que eu preguei. O resultado da eleição é evidente. Não somos ingênuos. Não refletiu apenas a vontade dos senhores parlamentares. Há todo um processo que faz parte da regra do jogo, não estou aqui com choro de perdedor.

Quem influenciou o resultado da eleição para presidente do Senado?

Toda uma conjuntura que eu diria de interferência da sociedade. Vários senadores foram procurados através das suas redes sociais por eleitores, que de uma forma absolutamente tranquila procuraram seus parlamentares para que votassem em A ou B, natural. O Executivo sempre participou dos processos de discussão no Legislativo, isso não é novidade, esse ano por exemplo, nós tivemos seguramente em torno de oito a dez ministros, que eram senadores e estavam licenciados e já foram senadores da legislatura passada, que estavam dentro do plenário no dia da eleição, conversando com seus pares. Nós achávamos que ganharíamos a eleição, que teríamos sucesso, mas não tivemos. Eu vou ficar no lugar em que as eleições me colocaram, na oposição, mas eu não sou oposição nem ao país e nem à Casa.

Muitos senadores foram eleitos pela oposição e a gente tem visto uma migração significativa para o governo. Lula disse que aprovar projeto está cada vez mais caro. Queria uma avaliação sobre essa situação.

Não é o meu caso. Eu estou claramente na posição. Se o presidente Lula tem essa percepção deve ser pelos interlocutores que ele tem, porque não sou eu. Eu tenho histórico no Estado de mais de 30 anos. Eu sempre fiquei no lugar em que os eleitores me colocaram, eu nunca aderi a nenhum governo, pelo contrário, eu saí de governo. Meu histórico está na contramão, mas a minha posição é essa muito claramente. Agora eu não tenho procuração e nem tenho pretensão de julgar meus pares ou as pessoas que fazem política pelo Brasil.

Como líder, que avaliação o senhor faz da união da oposição?

Eu acredito que a oposição no Senado vai fazer o seu papel de uma forma muito consistente. Porque apesar de sermos 23 senadores, nós temos o PSDB que tem três senadores e que não aderiram ao governo. Nós temos o Podemos que tem quatro senadores que também não aderiram. Têm uma postura independente, já seriam 30 e existem senadores tanto no União Brasil como no MDB, como no PSD, que apesar de estarem nessas agremiações, têm uma postura mais convergente com as nossas pautas. Existem senadores que mesmo estando afinados com o governo, em determinadas pautas vão convergir numa postura de oposição. Se o governo propuser e retroagir a questão do Banco Central, eu não tenho dúvida de que não terá condições de passar dentro do Senado. Essa questão do voto de qualidade do COAF, acho muito pouco provável que consigam passar. Algumas pautas que dizem respeito a costumes como abortos eu não vejo nenhuma facilidade, então vamos aguardar a posição do Governo Federal, quem é governo tem a iniciativa de mandar projetos de leis para a Casa Legislativa. Em relação ao senador Styvenson Valentim, eu acredito, o voto é secreto, não tenho porque duvidar de que ele votou em mim. O fato de ele ter ido para a Mesa Diretora é uma questão de pluralidade, inclusive acho que não foi contemplada na sua integralidade. O Podemos participar da mesa diretora é absolutamente normal, como seria normal o PL através de sua bancada, assim como o Republicanos e o Progressista, é uma questão que a ocorre pós embate eleitoral.

Por Tribuna do Norte.

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Amariudo Santos vence eleição suplementar em Ouro Branco por diferença de 17 votos

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O candidato Amariudo Santos venceu neste domingo (17) a eleição suplementar realizada em Ouro Branco e foi eleito o novo prefeito do município após uma disputa marcada por forte polarização política.

A campanha mobilizou intensamente a cidade nos últimos dias, com manifestações dos dois grupos políticos, carreatas, movimentações nas ruas e grande participação popular. O clima de decisão tomou conta do município até os últimos momentos da apuração.

Amariudo Santos conquistou a vitória com diferença de apenas 17 votos, em uma das eleições mais apertadas dos últimos anos na cidade. O resultado mostrou um município dividido politicamente e uma disputa decidida nos detalhes. Com a vitória, Amariudo garante a continuidade do seu grupo político no comando da Prefeitura de Ouro Branco.

Resultado:

Amarildo: 1.971 votos — 50,55%
Dra. Fátima: 1.954 votos — 49,78%

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PT confirma Rafael Motta nesta segunda e Carlos Eduardo decide deixar disputas eleitorais

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  • Ex-prefeito de Natal teria entendido recado político após ser preterido pelo PT, que resolveu priorizar Rafael Motta no cenário eleitoral

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves não deverá disputar nenhum cargo nas próximas eleições. Pelo menos é isso que amigos mais próximos do ex-prefeito têm comentado nos bastidores da política potiguar. A avaliação é de que Carlos Eduardo decidiu que chegou a hora de parar e sair de cena eleitoral.

Nos bastidores, um dos fatores que mais pesaram para a decisão teria sido o isolamento político enfrentado nos últimos meses, principalmente após perceber que o PT resolveu apostar politicamente em Rafael Motta. A confirmação do nome de Rafael pelo PT deverá acontecer oficialmente nesta segunda-feira, consolidando de vez a mudança de prioridade dentro do grupo governista

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AGRESTE RECEBERÁ JUNINHO SAIA RODADA EM GRANDE ENCONTRO POLÍTICO!

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O projeto de Juninho Saia Rodada segue ganhando força em todas as regiões do Rio Grande do Norte! Desta vez, o pré-candidato a deputado federal desembarca na região Agreste para o seu primeiro encontro regional, que acontecerá na cidade de Goianinha.

 

O encontro será realizado na sexta-feira, 29 de maio, às 9h, no Restaurante Mirante do Vale, reunindo apoiadores, lideranças políticas e a população para dialogar sobre ideias, projetos e o futuro do RN.

Com carisma, presença forte e muita disposição para ouvir o povo, Juninho continua percorrendo o estado e fortalecendo seu nome rumo às eleições de 2026.

Goianinha, o Agreste está pronto para receber Juninho Saia Rodada!

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Histórico: Dorgival Dantas estreia Sanfonada com ruas lotadas e mais de 100 sanfoneiros celebrando o forró em Olho d’Água do Borges

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Em sua estreia este ano, a Sanfonada, projeto organizado pelo cantor e compositor Dorgival Dantas dentro da programação do Derradeiro de Maio, reuniu um grande público percorrendo as ruas de Olho d’Água do Borges na tarde deste sábado (16).

Um verdadeiro encontro com mais de 100 sanfoneiros de várias partes do Brasil percorrendo as ruas da cidade onde o forró nasce no meio do caminho, entre quem toca e quem escuta o ritmo que toma conta não só dos festejos juninos como também uma das identidades culturais da região Nordeste.

A iniciativa de Dorgival Dantas reconhece os músicos que mantêm o forró vivo e chegou como celebração desse ritmo que está na base da identidade cultural do Nordeste. E o povo abraçou a ideia: tomou as ruas e as calçadas para acompanhar de perto a passagem dos caminhões, transformando o percurso em uma verdadeira celebração da cultura e valorização deste ritmo musical.

A Sanfonada reforça o papel do Derradeiro de Maio como espaço de valorização da cultura popular nordestina, com foco em quem produz o forró na prática. Como não podia ser diferente, Dorgival Dantas pegou sua sanfona e também fez valer a empolgação dos que estavam nas ruas da cidade.

E a estreia do projeto este ano confirmou a adesão do público à proposta: música nas ruas, sem palco, sem distância em um grande encontro de gerações fortalecendo a cultura nordestina. Só o genuíno forró e o povo. Não há dúvida que a Sanfonada veio para ficar e estar presente no calendário cultural e de eventos do Rio Grande do Norte

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“Eleição histórica e emocionante”, diz Ezequiel em mensagem de apoio a Fátima Silva e o vice Dênis Rildo

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Ezequiel Ferreira deixa mensagem de apoio a Fátima Silva e Dênis Rildo após derrota por apenas 17 votos em Ouro Branco: “Foi uma eleição histórica, bonita e cheia de emoção”.

O presidente da Assembleia Legislativa do RN destacou que segue “abraçado” com a ex-candidata Dra. Fátima Silva e com Dênis Rildo, ressaltando a trajetória de luta do grupo político no município.

“Quero aqui parabenizar a Dra. Fátima e Denis, como também toda equipe e o povo do Vermelho. Contem conosco. Ouro Branco sempre é pauta do nosso mandato e continuará sendo”, declarou Ezequiel.

Na mensagem, o deputado também relembrou o início da sua vida pública, afirmando que as derrotas fazem parte do aprendizado político antes das vitórias conquistadas ao longo da carreira

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Governadora e Ministro dos Transportes anunciam novos investimentos na BR-304/RN e vistoriam obras no Rio Grande do Norte

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Senadora Zenaide prestigia 4º Baile da Rural e celebra 63 anos de história da Rádio Rural de Caicó

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A senadora Zenaide Maia (PSD/RN) marcou presença na noite deste sábado (17), em Caicó, na quarta edição do Baile da Rural, evento que celebrou os 63 anos da Rádio Rural de Caicó. Durante a festividade, a parlamentar relembrou sua trajetória pessoal com a emissora e destacou o papel do veículo na vida da população seridoense.

 

“Tenho uma ligação muito especial com a Rádio Rural de Caicó. Quando morei na Casa do Estudante, acompanhava a programação diariamente, inclusive uma das ‘Ave Marias’ mais lindas que já ouvi. Via de perto a importância que a emissora tinha na vida das pessoas. Participar da quarta edição do Baile da Rural, celebrando os 63 anos dessa história tão bonita, é motivo de alegria e gratidão. A rádio atravessa gerações levando informação, serviço e companhia ao povo do Seridó”, afirmou a senadora.

 

 

A Rádio Rural de Caicó, que atualmente opera na frequência 102,7 FM, completou 63 anos no último dia 1º de maio. A emissora integra a Fundação Educacional Sant’Ana e mantém-se como referência no interior do estado.

 

Durante a celebração, vereadores que acompanharam a senadora também ressaltaram a relevância histórica e social da emissora. O vereador Andinho Duarte destacou o papel pioneiro da rádio: “Ela anda junto com a história da educação do nosso povo. É uma emissora que merece todo apoio pelo serviço prestado à nossa cidade”. Já o vereador Fabinho da Saúde enfatizou a importância do veículo para o homem do campo: “São mais de seis décadas valorizando a cultura e levando informação para a zona rural. O Sistema Rural tem uma importância muito grande”. O vereador Arthur Mainard, por sua vez, pontuou a relevância da rádio em tempos de transformação tecnológica: “Nem todos têm acesso à internet, mas a rádio continua chegando a todos. Na zona rural, ela é companhia, informação, orientação e, muitas vezes, a única ligação dessas pessoas com o mundo”.

 

 

Com seis décadas de atuação ininterrupta, a Rádio Rural de Caicó reafirma seu compromisso com a informação, a cultura e o serviço público, mantendo-se como um dos principais veículos de comunicação do Seridó e um elo fundamental entre a cidade e o campo

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Kleber Rodrigues diz que Allyson pode “virar a chave” do RN”

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O deputado estadual Kleber Rodrigues afirmou, durante entrevista ao podcast Trampolim 360, em Parnamirim, que acredita que o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra pode “virar a chave” do Rio Grande do Norte, promovendo um novo ciclo de desenvolvimento econômico e administrativo no Estado. Segundo o parlamentar, o RN pode repetir um movimento semelhante ao vivido pela Paraíba nos últimos anos.
“Assim como aconteceu na Paraíba, Allyson pode virar a chave do Rio Grande do Norte. A Paraíba já esteve atrás do RN e conseguiu avançar muito em gestão, desenvolvimento e equilíbrio. Eu acredito que isso também pode acontecer aqui”, afirmou.

Durante a entrevista, Kleber defendeu uma gestão focada em resultados, obras estruturantes, geração de emprego e responsabilidade fiscal, acima das disputas ideológicas.
“Allyson está preocupado em resolver os problemas do Rio Grande do Norte. Ele quer fazer obras estruturantes, quer melhorar a saúde, fazer o Estado voltar a crescer. Essa discussão de polarização não preocupa. Nisso, ele se identifica muito comigo”, declarou.

Kleber também destacou que participa diretamente da articulação política do grupo na Grande Natal e afirmou que o crescimento político e a aceitação de Allyson na região metropolitana também passam pelo trabalho construído em conjunto nos municípios.
“Eu estou totalmente envolvido nesse projeto. Vou trabalhar para mim e para ele”, disse.

*Allyson cresce na base de Kleber*

O crescimento da pré-candidatura de Allyson Bezerra no Rio Grande do Norte também aparece em municípios onde o deputado Kleber Rodrigues tem liderança política consolidada. A mais recente pesquisa do Instituto Metadata/98 FM comprovou essa situação. Em Macaíba, Parnamirim, Monte Alegre e Santo Antônio, o desempenho de Allyson supera os adversários. “É muito satisfatório acompanhar já na pré-campanha esse desempenho. O mesmo trabalho que faço para o meu projeto de reeleição, faço pra Allyson. E vamos continuar nesse mesmo ritimo”, finalizou.

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Prefeito de Passa e fica sua família e grupo político declaram apoio a Álvaro e Babá para o governo do RN.

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O pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, recebeu neste sábado um importante reforço político no município de Passa e Fica, durante agenda marcada pela declaração de apoio da tradicional família Lisboa ao seu projeto político para 2026. O movimento fortalece a pré-candidatura de Álvaro na região Agreste e contou com a articulação do deputado estadual Tomba Farias.

Durante o encontro, Álvaro Dias destacou a importância da união do grupo político local e reafirmou o compromisso com o desenvolvimento do município. “Esse grupo demonstra coesão e possui muitos serviços prestados a Passa e Fica. Podem ter certeza de que, chegando ao Governo do Estado, vamos apoiar o município para que continue crescendo. Receber um apoio tão sólido, de um grupo com tanta representatividade, fortalece ainda mais a nossa caminhada”, afirmou.

O apoio reúne importantes lideranças políticas do município, entre elas os vereadores Netto Pinto, Diógenes Diniz, Diorge Almeida, Thalita Regina, João de Dadica e Wilson Dachina, além de oito ex-vereadores e dos ex-prefeitos Agnaldo Pereira, Celú Lisboa, Pepeu Lisboa e Léo Lisboa. O atual prefeito, Flaviano Lisboa, também integra o grupo político, consolidando uma ampla frente de apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias no município.

Reconhecida como celeiro cultural do Rio Grande do Norte, Passa e Fica recebeu Álvaro Dias durante a programação da 14ª edição do Festival de Cultura do município, um dos eventos mais tradicionais da região Agreste potiguar.

 

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Deputado Francisco participa de encontros com “Time de Lula” em cidades do Oeste

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O deputado estadual Francisco (PT) esteve, neste sábado (16), em duas cidades do oeste potiguar, onde participou de plenárias do Partido dos Trabalhadores, com as presenças da governadora Fátima Bezerra, do pré-candidato ao Governo do Estado, Cadu Xavier; da Pré-Candidata ao Senado, Samanda Alves, além de várias lideranças e militantes.

A primeira delas aconteceu em Pau dos Ferros, onde participaram cerca de 700 pessoas.

Em seguida do “Encontro do Time de Lula” aconteceu em Alexandria, onde o deputado Francisco recebeu novamente a confirmação do apoio do médico e liderança do município, Dr. Davi Abrantes, que falou sobre a importância da reeleição do parlamentar.

“Francisco é um deputado atuante, que tem feito a diferença na Assembleia Legislativa e tem contribuído com os avanços do Rio Grande do Norte. Tem o nosso apoio para seguir com esse trabalho”, disse o Dr. Davi.

O deputado Francisco agradeceu o apoio e disse da satisfação de poder representar o povo do RN no legislativo potiguar. “Contribuir para as melhorias do nosso Estado é uma grande alegria. É muito bom ver o quanto a gente já avançou e vai seguir avançando. Muito obrigado pela confiança de todos vocês”, disse o deputado Francisco.

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