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CRISTIANE DANTAS PROMOVE DEBATE SOBRE SETEMBRO AMARELO

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A manhã desta segunda-feira (26) na Assembleia Legislativa foi repleta de reflexões acerca da prevenção e do combate ao suicídio. Isso porque foi realizada audiência pública, de propositura da deputada Cristiane Dantas (SDD), com o tema “Setembro Amarelo: mês de prevenção ao suicídio”.

“Essa audiência pública tem um propósito social e em defesa da vida. O mês de setembro está chegando ao fim, mas estamos aqui para propagar a mensagem da campanha do Setembro Amarelo, pela valorização da vida e prevenção do suicídio. Sabemos que um dos efeitos da pandemia foi o crescimento dos casos de ansiedade e depressão, portas de entrada para transtornos mentais mais severos”, iniciou a deputada.

Segundo a parlamentar, em Natal, o atendimento de pessoas com algum transtorno mental cresceu mais de 32% desde 2018. “Com base em dados do ano passado, colhidos pelo Ministério da Saúde, Natal foi apontada como a segunda capital do nordeste com o maior número de pessoas, maiores de 18 anos, que relataram diagnóstico por depressão. Com 11,8% dos adultos natalenses nesse quadro, nós ficamos atrás somente de Recife, que apresentou índice de 12,5%”, acrescentou.

Ainda de acordo com Cristiane, em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que mais de 700 mil suicídios foram registrados em todo o mundo, sem contar os episódios subnotificados. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia no nosso País.

A deputada destacou ainda que praticamente 100% dos casos de suicídio estão relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Além disso, os transtornos mentais têm sido uma grande preocupação dos pais de adolescentes.

“A questão da automutilação, da dependência tecnológica e os conflitos de desenvolvimento que a própria idade traz são situações infelizmente presentes para uma parte dos jovens. Por tudo isso, é importante falar sobre esse assunto, para que as pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise busquem ajuda e entendam que a vida sempre vai ser a melhor escolha”, disse, frisando que “a palavra de ordem é conscientização, com empatia, respeito e menos preconceito sobre os transtornos emocionais e para pedir ajuda profissional”.

Em seguida, o debate se iniciou com o relato de Elizabeth de Araújo, de 43 anos. “Meu histórico de tentativas é extenso, e eu perdi a conta de quantas foram. Mas depois da última, de uma forma inexplicável e com a certeza de que Deus foi o principal autor da preservação da minha vida, eu estou aqui para contar minha história e tentar ajudar outras pessoas que passam pelo mesmo problema, porque de fato a vida é o melhor caminho”, detalhou.

Segundo Elizabeth, ela não tinha o entendimento do valor da vida, porque a depressão faz com que a pessoa perca as esperanças em tudo e em todos. “Tudo era cinza para mim. Eu não via cor em absolutamente nada. E eu buscava na morte a tentativa de acabar com a dor, com a angústia e com a falta de coragem para lutar contra tantas coisas que me machucavam. Então, por falta de força e incentivo familiar, eu não conseguia passar por essa doença”, contou.

Elizabeth disse ainda que após sua última tentativa de suicídio, arrependeu-se muito e criou forças e vontade para lutar. “Foi ali que eu realmente me arrependi de todas as vezes que atentei contra minha vida. E hoje eu me sinto feliz de verdade por estar viva. Não tem dinheiro no mundo que pague isso. O maior valor que nós carregamos é a nossa vida, com todas as suas dificuldades, porque elas estão aí para nos fazer crescer”, enfatizou, acrescentando que sua intenção hoje é de ajudar as pessoas que pensam em acabar com suas vidas.

“Avaliando hoje tudo que passei e tudo que fiz, eu me sinto muito incomodada em saber que muitas pessoas continuam tentando. É uma dor imensurável. E a gente não quer isso. A gente só precisa de ajuda, de apoio, de esclarecimento, para que isso passe. E eu creio que passa, porque passou para mim, e eu sei que não volta mais”, concluiu.

Na sequência, a psicóloga Milla Marinho, especialista em prevenção do suicídio, começou seu discurso agradecendo o depoimento de Elizabeth e ressaltando a importância de poder ouvir histórias como a dela, já que a prevenção se inicia na informação e no debate.

“A prevenção começa com espaços como esse, de escuta e troca, não apenas nas cartilhas e ações. É preciso mudarmos nossas atitudes e pensamentos sobre o suicídio. Então, antes de passar qualquer conhecimento, eu peço para que todos reflitam sobre a forma como estamos vivendo. Por que as pessoas estão querendo morrer? Que sociedade é essa que faz as pessoas interromperem suas vidas?”, indagou.

Segundo a psicóloga, sempre que fala sobre o tema, ela convoca as pessoas para uma reflexão interna. “Muito se fala na prevenção para o outro, como se o suicídio fosse muito distante de mim. Mas como nós estamos vivenciando nossas emoções? Como acolhemos o sofrimento (uma angústia, uma ansiedade, uma perda)? Essa semana eu escutei de um paciente que está muito difícil viver e ser feliz hoje em dia. E é verdade. É que estamos numa era em que temos que nos encaixar em tudo. Temos que ser, temos que ter, temos que fazer. É uma era acelerada, em que não temos paciência para ouvir um áudio de WhatsApp na velocidade normal. Portanto, a gente precisa entender que a prevenção ao suicídio não é distante, para o outro; ela começa dentro de mim, de cada um de nós”, disse.

A psicóloga Milla Marinho explicou que a tríade da prevenção é “conscientização, competência e diálogo”.

“Mas, para além disso, eu trago essa reflexão da atitude. Quais crenças carregamos sobre o suicídio? Será que acolhemos ou julgamos? Eu atribuo a uma falta de Deus, covardia, ato heroico? Ou eu tento acolher? É preciso entender que suicídio é um adoecimento mental, que pode acontecer com qualquer um. Quem aqui pode garantir que não vai ter diabetes, infarto, câncer? E uma doença mental? A gente precisa aprender a separar doença física de doença mental, olhar para si na totalidade”, destacou.

A profissional esclareceu também que não existe um perfil suicida e que, quando o suicídio acontece, ele é um processo intenso de dor.

“Quando a pessoa está em sofrimento, ela não consegue ter percepção de realidade nem clareza sobre seus pensamentos. Ela não está sendo heroica, ela simplesmente não viu saída, porque não conseguiu ver a luz no fim do túnel”.

Ainda de acordo com a psicóloga, é muito comum atrelar o suicídio aos transtornos mentais, e isso está correto, mas essa não é a única causa.

“Existem outros casos que não têm histórico de transtornos mentais. São crises circunstanciais que passamos na vida, que podem nos levar a um colapso existencial e a um nível de desespero tão grande a ponto de nos fazer sentir que aquela dor é inescapável, intolerável e insuportável. Então, eu atendo pacientes com transtornos mentais, sim; mas eu também atendo pessoas sem diagnóstico, que possuem um sofrimento silenciado há muito tempo, e quando a gotinha transborda no copo, elas se desesperam e o suicídio pode acontecer”, detalhou Milla Marinho.

Segundo a profissional, não se fala mais o termo “cometer” suicídio, porque isso remete à ideia de crime. “No passado, o suicídio era visto como pecado mortal, crime ou falta de honra. Por isso não usamos mais esse termo. Mas que bom que a ciência evoluiu e nos mostrou que é um processo de adoecimento. Além disso, é importante tomar cuidado com as palavras utilizadas nas campanhas e nas mídias, falando de forma respeitosa, cuidadosa e com muita competência, pois uma palavra pode ser muito prejudicial para um sobrevivente ou um familiar enlutado”, acrescentou.

A respeito dos fatores de risco, a psicóloga esclareceu que não se utiliza mais o termo “sinais”.

“Existem alguns aspectos a serem destacados, sim, que hoje são ditos ‘fatores de risco’, mas é importante frisar que eles não definem nada sozinhos. Então, transtornos mentais, histórico de traumas, de abusos, perdas, ser pertencente a grupos vulneráveis (indígenas, negros e LGBTQIA+), além de tentativas anteriores são considerados fatores de risco. Mas isso não quer dizer que a pessoa será eternamente um possível suicida. Tivemos a fala da Elizabeth para provar isso hoje. O importante é a pessoa buscar ajuda, se cuidar e estar atenta às suas dores e emoções”, ressaltou Milla Marinho.

Finalizando seu discurso, a psicóloga pediu que mais ações sejam feitas em prol da saúde mental, o ano inteiro, “pois a informação é muito relevante para a prevenção. Mas isso deve ser feito com muito respeito e acolhimento. É preciso acolher as pessoas, porque a tentativa é para chamar a atenção, sim, mas não como muita gente pensa. É um pedido de socorro, e nós precisamos atendê-lo”, concluiu.

Dando continuidade aos pronunciamentos, Débora Sampaio, mestre em Psicologia da Adolescência, também agradeceu a oportunidade de falar sobre o tema e destacou o fato de que o suicídio é um adoecimento, e ninguém escolhe adoecer.

Acerca da juventude atual, a psicóloga disse que eles estão vivendo num cenário de vínculos frágeis e lidando com uma sociedade extremamente competitiva e narcisista, em que as redes sociais são potencializadoras da chamada ‘positividade tóxica’.

“Eu escuto constantemente os adolescentes dizendo que não queriam que as redes sociais existissem: ‘Débora, eu entro lá e fico triste, porque eu vejo fulana de tal viajando e vejo a família perfeita dela’. E como eu explico certas coisas para um ser tão imaturo e ainda em formação? Porque a adolescência é um segundo nascimento, desta vez para o social. O ser começa a sair da família para o mundo, começa a responder pelas suas ações, começa a ser cobrado, exigido”, detalhou.

Débora Sampaio explicou também que nós estamos diante de uma geração muito adoecida emocionalmente, em que o suicídio é a terceira maior causa de morte, a depressão está tomando conta e que não consegue mais olhar para o futuro de uma forma positiva.

“Isso é muito triste. Nós temos uma geração intoxicada eletronicamente. Hoje a dependência tecnológica é um transtorno mental. Na China, por exemplo, já existem mais de 100 hospitais para tratar disso. E em Taiwan há uma lei que limita os horários de acesso à Internet, para jogar etc. E aqui, o que estamos fazendo?”, chamou para a reflexão.

Segundo a mestre em Psicologia da Adolescência, nós precisamos refletir muito sobre qual é o lugar das relações humanas na nossa vida. “E olhe que somos adultos. Agora, imaginem isso na mente das crianças e adolescentes. E ainda teve o problema da pandemia. Na fase em que eles deveriam começar a conhecer o mundo externo, tiveram que ficar em casa, longe dos amigos e de muitos familiares, fora todas as perdas para a morte. Então, nós não podemos fechar os olhos. É uma geração diferente, com demandas muito específicas, as quais não podemos desvalorizar”, enfatizou.

Ao final do seu discurso a psicóloga convocou a sociedade para validar o sofrimento, justificando que quando se fala em suicídio, não se está falando de fraqueza nem de coragem, mas de muito sofrimento e desespero.

“Portanto, a minha fala hoje é para que possamos olhar para essa geração, que é a primeira de nativos digitais; que teve sua infância e adolescência atravessada pela pandemia; e sobre a qual os autores dizem que só vamos ter noção do impacto na saúde mental daqui a uns 10 anos, mas que nós já vemos nas escolas, com as automutilações e os suicídios. Por isso, a gente precisa acolher e dar espaço para eles falarem. A gente não pode desqualificar o sofrimento deles só porque é diferente do nosso”, finalizou.

Na sequência, a psiquiatra Adriane Caldas, preceptora da Residência em Psiquiatria do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), que além de trazer dados epidemiológicos sobre o suicídio, frisou a importância de se debater o tema e propagar as informações, para que se possa salvar cada vez mais vidas.

“Em 2014, o Ministério da Saúde criou, juntamente com a Associação Brasileira de Psiquiatria, o Manual de Instruções para Prevenção do Suicídio, direcionado ao pessoal da área de Saúde, mas também para a população. E em 2017 foi feito outro manual, pensando em ações para prevenir o suicídio e reduzir a estatística em 10%, até 2020. Infelizmente a meta não foi cumprida, mas essa cartilha é muito importante para todos, já que a maioria dos pacientes não procura inicialmente o psiquiatra nem o psicólogo. Eles têm mais contato com o agente do posto de saúde ou com o assistente social, que estão mais próximos. Então, quanto mais a gente divulgar a importância de procurar ajuda profissional, mais nós vamos conseguir evitar o suicídio”, explicou.

A médica esclareceu também o conceito de suicídio – ressaltando que ele é prevenível – e explanou alguns de seus fatores de risco.

“O comportamento suicida é multifatorial. Existem aspectos tanto psicológicos quanto biológicos envolvidos. Os transtornos mentais, por exemplo, têm grande associação com a genética. Então, quem já teve uma pessoa na família com depressão, tem uma chance maior de adoecer. Além disso, há os fatores sociais, econômicos e conjugais, que podem fragilizar o paciente e levá-lo ao suicídio”, disse.

Trazendo ainda dados estatísticos para o debate, a psiquiatra divulgou que ocorrem entre 13 e 14 mil suicídios, por ano, no Brasil; no mundo, mais de 1 milhão de pessoas tiram a própria vida, anualmente.

“O Brasil já é o oitavo país em números absolutos de suicídio. De 2000 a 2012, por exemplo, nós tivemos um aumento de 10% nos casos de suicídio. E o mais preocupante é que houve um aumento de 30% na população de 15 a 29 anos. Então, só para a gente ter uma noção da gravidade do tema, enquanto nós estamos aqui, a cada 40 segundos uma pessoa consegue se suicidar no mundo; e a cada 3 segundos uma pessoa tenta tirar a própria vida. Portanto, esse é um problema de Saúde Pública, mas que é prevenível e nós precisamos combatê-lo”, destacou.

Concluindo sua apresentação, a médica fez um apelo para que as pessoas olhem para a saúde mental com mais carinho e cuidado, principalmente após termos enfrentado uma pandemia.

“Nós temos percebido uma desestruturação nos serviços de Saúde Mental. É preciso que se retome o trabalho multiprofissional, em vez de apenas o ambulatorial. Houve muitas desativações de leitos em hospitais psiquiátricos, e infelizmente muitos pacientes chegam a aguardar um ano para serem atendidos. Isso é um risco muito grande. E hoje a porta de entrada no SUS é pelas UPAs, daí a importância de se colocar equipes capacitadas para atender essa demanda na linha de frente e direcionar os pacientes para um atendimento especializado”, finalizou a médica Adriane Caldas.

A audiência contou ainda com a participação de duas psicólogas da Casa Legislativa, Bárbara Rocha e Ingrid Madalena, que transmitiram seus conhecimentos e vivências sobre o assunto, além de apresentarem a Cartilha Sobre o Luto, elaborada pelos psicólogos do setor de atenção biopsicossocial do Legislativo Estadual.

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Presidente do Solidariedade, Eurípedes Júnior se entrega à PF após 4 dias foragido

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O presidente do Solidariedade, Eurípedes Gomes Júnior, se apresentou na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, na tarde deste sábado (15). Ele havia sido incluído na lista de divisão vermelha da Interpol.

Eurípedes era considerado foragido pela Polícia Federal. Ele foi alvo de uma operação da PF contra uma suposta organização criminosa responsável por desviar recursos do fundo partidário e eleitoral nas eleições de 2022. Os valores seriam destinados ao extinto partido Pros, que foi incorporado ao Solidariedade.

O presidente do Solidariedade ficará na sede da PF aguardando vaga no sistema prisional. A informação foi confirmada ao UOL pela assessoria da PF.

Há dois dias ele havia sido incluído na lista vermelha da Interpol. A ação funciona como um alerta e permite a prisão do foragido em um país estrangeiro.

Desvio de R$ 36 milhões é investigado, segundo a PF

A apuração teve início a partir de denúncia de um presidente do partido, cujo nome não foi divulgado pela corporação.

A operação foi batizada de Fundo do Poço. A Justiça Eleitoral do DF determinou o bloqueio e indisponibilidade de R$ 36 milhões e o sequestro judicial de 33 imóveis.

Investigação apontou organização criminosa “estruturalmente ordenada”, informou a PF. O objetivo era desviar e se apropriar de recursos do Fundo Partidário e Eleitoral, usando candidaturas laranjas, superfaturamento de serviços de consultoria jurídica e desvios de recursos partidários destinadas à Fundação de Ordem Social, fundação do partido.

Quem é Eurípedes

Eurípedes tem 49 anos e foi eleito vereador pelo antigo PSL, em 2008, no município de Planaltina de Goiás. Mais tarde, em 2014, foi candidato a deputado federal e ficou com a cadeira de suplente — com quase 73 mil votos.

O político fundou também o Pros em 2013. Antes de ser incorporado ao Solidariedade, o partido viveu uma disputa pelo comando — Eurípedes chegou a ser destituído da presidência da sigla e foi suspenso em 2020.

Ele retomou ao cargo em agosto de 2022 após decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Nesse período, foi acusado de desviar recursos dos fundos eleitoral e partidário, além de lavagem de dinheiro. O Pros foi incorporado ao Solidariedade em fevereiro de 2023.

UOL

Fonte: Blog Jair Sampaio

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Enem 2024 recebe mais de 5 milhões de inscritos e supera marca da edição anterior

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 recebeu 5.055.699 inscrições, um aumento de 8% em relação à edição do ano passado. A informação foi confirmada pelo ministro da Educação, Camilo Santana, neste sábado. As inscrições encerram na sexta-feira e a prova será aplicada nos dias 3 e 10 de novembro.

Além disso, o ministro também informou que a partir das 9h deste domingo, as inscrições para os estudantes do Rio Grande do Sul serão reabertas, por conta da calamidade pública no estado em decorrência das enchentes. O sistema ficará aberto entre 16 e 21 de junho.

O Ministério da Educação (MEC) ainda estuda um novo calendário para esse público, que também terá a isenção da taxa de inscrição garantida. A gratuidade da taxa é válida, inclusive, caso o estudante tenha tido a justificativa de ausência reprovada na edição de 2023.

O ministro da Educação informou que a avaliação sobre possíveis mudanças na data de aplicação serão feitas oportunamente, a depender da evolução da situação da região.

Calendário do Enem 2024

O Globo

Fonte: Blog Jair Sampaio

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Chuvas deixam 33 famílias fora de casa em Natal; Prefeitura monta abrigo em escola

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As fortes chuvas que caíram em Natal nesta quinta-feira (13) deixaram novamente famílias desabrigadas. Segundo a Prefeitura do Natal, quatro lagoas de captação transbordaram, e as águas invadiram as casas de moradores na Zona Norte de Natal.

Ao todo, 350 famílias foram afetadas com a água em suas casas.

Desse total, 33 famílias tiveram que sair de casa e estão desabrigadas. A prefeitura disponibilizou um CMEI para abrigar as pessoas, mas elas preferiram ficar em na Escola Estadual Dom Adelino Dantas, localizada ao lado da lagoa do Santarém.

A Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) informou que está prestando apoio às famílias, com kits de higiene e dormitório, além de água potável.

Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), choveu 100 mm em Natal nas 24 horas entre o início da manhã de quinta (13) e o início da manhã desta sexta (14), o que ocasionou o transbordo das lagoas, além de diversos pontos de alagamento espalhados pela cidade.

Fonte: Blog Jair Sampaio

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Professora Nilda e Kátia Pires se encontram

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Um encontro ocorrido neste sábado (15) promete movimentar as articulações políticas em Parnamirim. Professora Nilda esteve reunida com a vice-prefeita Kátia Pires, ambas pré-candidatas a prefeita. O encontro foi testemunho pelo presidente do União Brasil, ex-senador José Agripino, e pelo deputado estadual Kléber Rodrigues. A imagem foi publicada por José Agripino em seu perfil no Instagram.

A informação é de que foi uma manhã de boas conversas e de que naturalmente a pauta foi uma só: Parnamirim. Professora Nilda vem liderando todas as pesquisas até o momento e a união com Kátia poderá representar o principal fato novo na política parnamirinense.

Fonte: Blog Jair Sampaio

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Pelo menos 10 municípios do RN atingem meta de imunização de crianças contra poliomielite; veja lista

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A campanha nacional de vacinação contra a poliomielite – a paralisia infantil – foi encerrada nesta sexta-feira (14) com uma cobertura abaixo da esperada. A meta dos estados e municípios era vacinar 95% das crianças abaixo dos 5 anos de idade, mas apenas 10,5% foram imunizadas.

Segundo os dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde até a manhã deste sábado (15), o Rio Grande do Norte foi o estado com maior número de municípios com meta atingida: 10, que representam cerca de 6% das 167 cidades potiguares. A campanha começou no dia 26 de maio.

O estado também ficou em segundo no ranking entre as unidades da federação com maior cobertura: 30,56% das crianças do estado foram vacinadas. Apenas o Espírito Santo vacinou um percentual maior da população (33,16%).

De acordo com as estimativas federais, o público-alvo da campanha era de 167,7 mil pessoas no Rio Grande do Norte. Porém, apenas 51,2 mil crianças foram vacinadas.

Até a manhã da última segunda-feira (10), no início da última semana da campanha, o RN tinha registrado apenas 17% de cobertura vacinal contra a poliomielite.

O estado ainda teve outros cinco municípios com cobertura acima dos 90%.

Por outro lado, segundo os dados do Ministério da Saúde, a capital potiguar, Natal, vacinou apenas 5,74% do seu público alvo, na campanha – o segundo menor percentual entre os municípios do estado.

Em Mossoró, segunda maior cidade potiguar, a cobertura foi de 20%. Em Parnamirim, a cobertura foi de 19,22%.

A poliomielite é uma doença causada por vírus que pode infectar crianças e adultos. Em casos graves, atinge o sistema nervoso central. A vacina é apontada como única forma de evitar a doença.

“A gente sabe que existe uma negativa das vacinas hoje em dia. Outro fator é a não identificação da doença. Os pais atuais são de uma geração que não viu pessoas com paralisia, que não teve acesso a pessoas doentes”, considerou Diana Rego, coordenadora de vigilância em saúde da Secretaria Estadual de Saúde, na última segunda (10), ao explicar o motivo para a baixa cobertura vacinal.

Ainda de acordo com ela, os municípios que mais vacinaram foram aqueles que realizaram busca ativa pelas crianças.

g1 RN

Fonte: Blog Jair Sampaio

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RN: fim de semana deve ser marcado por sol e pancadas de chuva; confira

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O fim de semana deve ser marcado por sol e pancadas de chuva na maior parte das regiões do Rio Grande do Norte. Em Natal, a previsão é de sol com muitas nuvens durante este sábado (15), com períodos nublados e chuva a qualquer hora. Já no domingo (16), o esperado é um tempo chuvoso pela manhã, além de aberturas de sol à tarde e pancadas de chuva. A temperatura alterna entre a mínima de 23 ºC e a máxima pode chegar a 29 ºC.

Em Mossoró, região Oeste do Estado, o sábado deve ser marcado por céu aberto e aumento de nuvens pela manhã, enquanto à tarde podem ocorrer pancadas de chuva. No domingo, a previsão é semelhante, com exceção da noite em que o tempo deve ficar firme. A mínima pode cair até 22 ºC e a máxima chegar a 33 ºC.

No Seridó Potiguar, o tempo em Currais Novos deve ser de sol e aumento de nuvens na manhã deste sábado, somado a pancadas de chuva à tarde, com tempo voltando a ficar aberto à noite. No domingo, a previsão segue a mesma. A temperatura oscila entre 20 ºC e 31 ºC.

Em Pau dos Ferros, no Alto Oeste do Rio Grande do Norte, a expectativa para o sábado é de sol com algumas nuvens, além de chuvas rápidas durante o dia e à noite. Já no domingo, a previsão aponta para sol o dia todo, com muitas nuvens e pancadas de chuva de manhã e à noite. A temperatura pode chegar a 34 ºC e a mínima a 23 ºC.

Tribuna do Norte

Fonte: Blog Jair Sampaio

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Brasil está pronto para acordo Mercosul e União Europeia, diz Lula

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No último dia da visita oficial à Itália, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou, em uma entrevista coletiva à imprensa neste sábado (15), que o Brasil está pronto para assinar o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Segundo ele, o acordo agora só depende de o bloco europeu passar pelo período de eleições da Assembleia Nacional na França, antecipadas para o final de junho, após a dissolução do Parlamento pelo presidente Emmanuel Macron.

“Estamos certos de que o acordo será benéfico para a América do Sul, Mercosul e para os empresários e os governos da União Europeia.”

O tema foi tratado com a presidenta da Comissão Europeia, Ursula Gertrud von der Leyen, durante a estada do presidente Lula na região da Puglia, onde participou da cúpula do G7, grupo dos países mais ricos.

O presidente também disse que voltou a tratar com as lideranças europeias sobre a proposta de taxação dos super-ricos, que cria uma taxa global mínima de 2% sobre a riqueza dos bilionários, que atingiria apenas cerca de 3 mil pessoas no mundo. “Eu convidei todos para entrarem na briga contra a desigualdade, contra a fome e contra a pobreza, não é possível que você tenha meia dúzia de pessoas que tenha mais fortuna que o PIB [Produto Interno Bruto] da Inglaterra, da Espanha, de Portugal e da Alemanha juntos.”

Lula também voltou a defender uma reforma na governança global, que tem marcado a atual presidência no G20, baseada na inclusão social e na luta contra a fome e a pobreza mundial. Ele convidou os lideres a participarem do lançamento do Programa Nacional de Combate à Fome e a Pobreza, em julho, no Rio de Janeiro.

De acordo com o presidente, é necessário que os empresários europeus aumentem o comércio exterior para melhorar o fluxo na balança comercial. “É preciso aumentar a rentabilidade de cada país, o comércio exterior, o fluxo na balança comercial e quem trata disso é empresário, não é governo. O governo só abre a porta, mas quem vai fazer negócio são os empresários”, afirmou.

Lula disse que os líderes europeus se mostraram flexíveis sobre a necessidade de mudanças na governança internacional, inclusive com a retomada da Organização Mundial do Comércio (OMC) e a inserção da China no grupo. “Nós nunca andamos tanto no caminho certo como estamos andando agora sobre a necessidade de mudança na governança mundial, em todos os aspectos, desde a modificação do Conselho de Segurança e a participação de vários continentes, até a questão do funcionamento das Instituições da Bretton Woods.”

Outro tema alinhado ao debate sobre transição energética, que também é prioritário para o Brasil, segundo Lula, é a utilização dos mateiras críticos, na produção de minerais. O presidente destacou que os países mais ricos estão dispostos a ajudar os países que têm esses minerais, para que o beneficiamento seja feito no país de origem, para eles comprarem pagando o valor agregado. “É uma inovação muito grande e isso é unânime no G7. Vai ajudar muito o Brasil, que tem um território muito grande e muitos minerais e, sobretudo, os países africanos, porque terão que financiar um processo de industrialização”, disse.

Embora não tenha tratado em discurso sobre a guerra entre Israel e o Hamas, durante a coletiva o presidente falou que a inflexibilidade do governo israelense dificulta o diálogo pela paz. “O primeiro-ministro de Israel [Benjamin Netanyahu] não quer resolver o problema, ele quer aniquilar os palestinos.”

O presidente reiterou a defesa brasileira por uma mudança no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). “Só será resolvido o conflito no Oriente Médio, entre o governo de Israel e o povo palestino o dia que a ONU tiver força para implementar a decisão que marcou o território em 1967 e deixar os palestinos construírem a sua pátria livremente e viver harmonicamente com o povo judeu.”

Lula também reforçou em reunião com a presidenta da Suíça, Viola Amherd, que não iria participar de uma reunião neste final de semana para tratar sobre uma solução para a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Segundo o presidente, o governo brasileiro e o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, trabalham em uma proposta de conciliação pela paz. “Estamos propondo que haja uma negociação efetiva, que a gente coloque a Rússia e o [Volodymyr] Zelensky na mesa e vamos ver se é possível convencê-los de que a paz trará melhor resultado do que a guerra.”

Sobre o papel das Nações Unidas, o presidente afirmou que considera que a ONU tem demonstrado fragilidade com os cenários de guerra na Ucrânia e na Faixa de Gaza, mas não acredita que haja uma mudança imediata no Conselho de Segurança até, por exemplo, a cúpula do G20, em novembro, no Brasil. “É aquele negócio, quem chegou primeiro na festa quer ficar e não quer dar o lugar para o outro.”

O presidente falou ainda sobre o encontro com a primeira-ministra da Itália Giorgia Meloni, anfitriã da cúpula dos países mais ricos, no qual destacou a relação entre os dois países e a convidou a visitar o país com maior número de italianos fora da Itália. “Eu tentei mostrar para ela o histórico da relação entre Brasil e Itália e a importância de ela ter contato com os quase 230 mil italianos que moram no Brasil, são quase 1,4 mil empresas que investem no Brasil e geram mais 150 mil empregos”, destacou.

Agência Brasil

Fonte: Blog Jair Sampaio

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Voltando a assembleia Vivaldo Costa volta pela sua história e a força da sua família   

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Vamos falar dentro da realidade dos fatos.

A volta de Vivaldo Costa a assembleia está muito próxima de acontecer, e isso é muito bom, para Caicó e para o Seridó.

Para seu retorno a assembleia, Vivaldo Costa vai contar com sua história política. História essa de décadas, dedicadas ao povo do Seridó e do Rio Grande do Norte, tem também a força da sua família nas articulações.

A família Costa, tem sua história e seu espólio eleitoral em Caicó construída há décadas e não em poucos anos.  Para refrescar memórias, a família Costa, tem o ex-prefeito de Caicó e ex-deputado estadual Dadá Costa, o ex-prefeito Bibi Costa, advogados, médicos, juiz federal , desembargador. Conselheiro do TCE. Uma família grande e ótimos serviços prestados a Caicó e ao estado.

As articulações

Vivaldo não será mais candidato (Não ao legislativo), esse é um dos acordos, deixando seu espólio eleitoral para ser disputado por votos que ele vai ter, para seu retorno ao legislativo. Exemplos, Nelter Queiroz, Francisco do PT, Neilton Diógenes e Ezequiel Ferreira, esse último vem trabalhando nas articulações.

Na realidade dos fatos.

A verdade, verdadeira é essa.

O retorno de Vivaldo a assembléia, se deve a sua história política e a força da sua família.

Por Roberto Flávio

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O QUE ESSES TRÊS PREFEITOS DA REGIÃO SERIDÓ TEM EM COMUM ALÉM DO EXCELENTE TRABAHLHO QUE DESENVOLVEM EM SEUS MUNICÍPIOS? NENHUM AINDA TEM ADVERSÁRIOS DEFINIDOS FALTANDO 2 MESES PARA O INÍCIO DAS ELEIÇÕES.

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As cidades de Acari, São José do Seridó e Cruzeta.  que tem a frente do poder executivo respectivamente os prefeitos Fernandinho, Jackson Dantas e Joaquim de Medeirinho. que por sinal os três tem uma grande aprovação popular de suas gestões. também tem algo mais em comum, e que até o presente momento nenhum dos três prefeitos conhece de fato seus adversários para as eleições que se aproxima , fato inédito na região, e só falta dois meses para encerrar os prazos das Convenções e se até lá não aparecer esses nomes teremos eleições por W.O só com um concorrente,  vamos aguardar cenas dos próximos capítulos,  pra ver se aparece esses nomes .

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PARELHAS OPOSIÇÃO TENTA SE ORGANIZAR PARA ENFRENTAR DR. TIAGO QUE TEM MAIS DE 80% DE APROVAÇÃO POPULAR E LIDERA TODAS AS PESQUISAS DE OPINIÃO RELALIZADA ATÉ O MOMENTO NO MUNICÍPIO

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Em Parelhas nos últimos dias a oposição parece começar a definir a chapa para enfrentar o atual prefeito Dr. Tiago Almeida, com um certo atraso até para se fazer uma pré campanha, o grupo de oposição anunciou como pré candidato a prefeito Zequinha , provavelmente com  Canindé Moreno como Vice , os dois tem a missão nada fácil de enfrentar o atual prefeito Dr. Tiago que tem uma aprovação popular de mais de 80 % dos parelhenses e  vem muito forte para seu projeto de reeleição. Nas bulandeiras políticas do município se comenta que Dr . Tiago deverá se reeleger até com expressiva votação,  mas política é política e o resultado só sai quando abrir as urnas

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