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Bancada se divide sobre PEC das terras de marinha

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A bancada federal do Rio Grande do Norte está dividida quanto aos efeitos da PEC 03/2022, que trata da regulamentação e uso das terras de marinha, enquanto uns são favoráveis, outros são contra ou estudam o assunto e aguardam o momento oportuno para se pronunciar. No Senado Federal, onde aguarda pauta de votação, o senador Styvenson Valentim (Podemos) já se posiciona favoravelmente, porque “isso e coisa das Capitanias Hereditárias e cobranças indevidas”.

Styvenson Valentim declarou que “foi a maior mentira que inventaram essa história de privatização”, explicando que recentemente esteve em Lima, no Peru, “e lá fizeram, para valorizar áreas que não eram valorizadas, um restaurante que segue dentro do mar”, como naquele trapiche que entra mar adentro na praia da Redinha, na Zona Norte de Natal.

Segundo Valentim, o importante é que na próxima semana haverá o debate temático, que “vai esclarecer toda a questão”.

Já a senadora Zenaide Maia (PSD) já antecipou que votará “não”, porque que considera a emenda inconstitucional: “Privatiza as praias e o litoral brasileiro. É um absurdo”. “Os terrenos de marinha na nossa costa são propriedade da União, até por segurança nacional”, complementa a senadora.

Mas, em nenhum trecho a PEC trata das áreas de praia – as faixas de areia como conhecemos –, que são bens públicos de uso comum, com acesso livre ao mar garantido.

Como não costuma se posicionar antes de alguma matéria ir à discussão na Casa, o senador Rogério Marinho (PL) aguardará o agendamento da pauta: “Não acredito que seja votado agora”.

O deputado federal General Girão (PL) disse que no ano passado, quando a PEC tramitou sob o número 39/2011, votou favoravelmente à proposta. “Não é verdadeira a ideia difundida de que isso implicará a privatização das praias, o que de fato seria absurdo; o que se pretende é a regularização dos terrenos que já estão sob domínio útil dos Estados, Municípios ou particulares atualmente”.

No entanto, o General Girão afirmou que é a favor de que continue havendo uma ampla discussão no Senado Federal, como a sessão de debates temáticos que foi aprovada quinta-feira (6) pelos senadores. “Adaptações ao texto, para maior segurança jurídica, e de acordo com o que for discutido pela sociedade, podem ser muito bem-vindas”, destacou.

O deputado federal Sargento Gonçalves está no exercício do primeiro mandato e não acompanhou a tramitação da matéria em 2022. Porém, informou que “precisa estudar melhor o texto da PEC, pois ainda não tem convicção formada sobre a matéria”.

Gonçalves acrescentou que “até tratou do tema com um pessoal da Defensoria Pública da União (DPU) e do Ministério da Economia: “Como afirmei anteriormente, não tenho uma convicção formada sobre o assunto”.
Sargento Gonçalves informou, inclusive, que lhe chegou uma demanda sobre uma desapropriação do distrito de Diogo Lopes, em Macau. Por ser uma área de propriedade da União, de proteção ambiental, mas, a comunidade está lá há décadas. Envolvia algo neste sentido”.

O deputado federal Fernando Mineiro (PT) não participou da votação da proposta na Câmara dos Deputados em 2022, pois chegou à Casa pela primeira vez este ano, mas se posiciona contra a matéria: “Eu não estava lá, se estivesse teria votado contra, porque privatiza as praias brasileiras”.

Já no exercício do segundo mandato, a deputada Federal Natália Bonavides (PT) votou contra em 2022 e disse que a “a proposta retira a propriedade desses terrenos da União”. Ela também argumenta que “é uma forma de restringir o acesso das pessoas às praias e facilitar a degradação das orlas e das praias do país’.

Os deputados Robinson Faria (PL) e Paulinho Freire não exerciam mandato em 2022, por ocasião da aprovação da matérias, mas não responderam sobre a questão, no momento. Os deputados federais Benes Leocádio (União) e João Maia (PP) já ocupavam cadeiras na Câmara Federal e, também, não responderam.

O governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estimou em novembro de 2019 que a venda de terrenos de marinha poderia resultar em ganho de R$ 140 bilhões à União. Com a variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) até abril de 2024 (dado mais recente disponível) são R$ 184 bilhões. Apesar do quanto poderia render à União, o Governo Lula tem se posicionado contra a proposta em tramitação no Congresso Nacional.

Lira nega que PEC trate de privatizar

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), negou que uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada na Casa e em discussão no Senado trate de privatização de praias. A medida causou polêmica nos últimos dias nas redes sociais, com manifestações até mesmo da atriz Luana Piovani, que entrou num embate virtual com o jogador Neymar em torno do assunto. O governo se posicionou contrário à matéria.

“A narrativa que estão dando não é verdadeira. Não estamos a discutir privatização de praias”, disse Lira a jornalistas. “O texto é bastante diferente dessa narrativa pequena de dizer que se vai privatizar praias, que se vai ameaçar o meio ambiente, que vai se ameaçar a soberania de segurança nacional”, emendou.

O presidente da Câmara disse que não há nenhum problema com o texto que foi aprovado pelos deputados. O tema foi pautado no Senado sob relatoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

“Hoje, cidades inteiras são terrenos de Marinha, onde os proprietários moram. Ninguém vai destruir Florianópolis, vai? Alguém vai mudar Balneário Camboriú, Recife, Vitória do Espírito Santo, São Luiz do Maranhão? Então, essas cidades hoje quase 100% são terrenos de Marinha, e os proprietários ficam pagando laudêmio, isso precisa ser regularizado. Foi para isso que a PEC foi feita, com todo o respaldo de 400 votos de deputados”, argumentou Lira.

Na segunda-feira (3) o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que o governo é contra a PEC da forma como está e que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá trabalhar contra a proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado.

A PEC retira a obrigatoriedade de pagamento de taxa à União por pessoas que ocupam essas áreas. Além disso, esses territórios da Marinha poderiam ser transferidos a entes privados mediante pagamento.

Atualmente, o imóvel é compartilhado entre o morador ou ocupante, que detém 83%, e a União, com 17% da área.

Entenda porque é errado falar em privatização

A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 3 de 2022, em tramitação no Senado, ganhou os holofotes nos últimos dias com a pecha de ser uma proposta que permitiria a privatização de praias. No entanto, há uma leitura equivocada do texto da A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 3 de 2022, em tramitação no Senado, que não cita efetivamente as praias e na realidade trata só dos chamados terrenos de marinha.

Em nenhum trecho a PEC trata das áreas de praia –as faixas de areia como conhecemos–, que são bens públicos de uso comum, com acesso livre ao mar garantido. Isso não mudaria na lei. Os terrenos de marinha de propriedade da União abordados na proposta ficam mais de 30 metros distantes da faixa de areia.

Mas o que é um terreno de marinha? Apesar do nome, as terras de marinha não pertencem à Marinha, que é parte das Forças Armadas. São terrenos de propriedade da União, localizados entre a linha imaginária da média das marés, chamada de LPM (Linha de Preamar Média). Essa linha foi estabelecida pela Carta Náutica de 1831 e da média das enchentes comuns daquela época.

Trata-se de um resquício do período imperial, que criou uma área de proteção à soberania nacional próxima à costa. Os terrenos de marinha compreendem uma faixa de 33 metros para dentro do continente a partir da LPM. E essa linha fica 30 metros distante das praias. Além do mar, a faixa passou a ser aplicada posteriormente às margens de rios e lagos.

Atualmente, quem ocupa áreas nessa faixa, sejam os Estados, municípios ou agentes privados, compartilham a propriedade desses terrenos com a União, que detém 17% do valor da terra. Por isso, os moradores dessas áreas pagam duas taxas para o governo federal, chamadas de foro e laudêmio – esta última é paga sempre que um imóvel na área é vendido, numa taxa de 5% do valor da terra. que não cita efetivamente as praias e na realidade trata só dos chamados terrenos de marinha.

A PEC, proposta em 2011 pelo ex-deputado federal Arnaldo Jordy (Cidadania-PA) e aprovada em 2022 pela Câmara com o apoio dos Estados e municípios litorâneos, nada mais trata do que acabar com as taxas existentes.

Em vez de cobrar taxas referentes aos seus 17% de participação nos terrenos, o governo federal poderá vender sua parcela para quem já ocupa os tais terrenos de marinha.

Fonte: Blog Jair Sampaio

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Projeto de Robinson Faria proíbe multas condominiais contra famílias de pessoas com autismo

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O deputado federal Robinson Faria apresentou o Projeto de Lei nº 2.300/2026, que proíbe a aplicação de multas condominiais a pessoas com autismo quando situações relacionadas à sua condição resultarem em barulhos ou comportamentos involuntários. A proposta surgiu após um caso registrado no Rio Grande do Norte, em que uma família com dois filhos autistas, um de 8 anos com nível 3 de suporte e outro de 17 anos com nível 1, passou a receber penalidades financeiras do condomínio sob a justificativa de perturbação do sossego, mesmo que os ruídos decorressem de comportamentos inerentes à condição das crianças.

O projeto estabelece que multas condominiais não poderão ser aplicadas quando o comportamento estiver relacionado às características próprias do autismo, garantindo mais proteção e segurança jurídica às famílias atípicas em todo o país. “O condomínio precisa ser um espaço de convivência, acolhimento e respeito. Não é razoável que famílias sejam multadas por manifestações comportamentais que decorrem diretamente do autismo”, afirmou Robinson Faria.

A iniciativa reforça os princípios de acessibilidade, dignidade da pessoa humana e inclusão social previstos na legislação brasileira e na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Autismo, e reflete o compromisso do deputado com a causa das famílias atípicas, bandeira que Robinson Faria tem levantado por meio de projetos de lei e destinação de emendas a associações e centros de atendimento em todo o Rio Grande do Norte.

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Aliança de Peso: Einstein e Allyson selam compromisso decisivo por Macau e região

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Os bastidores da política potiguar ganharam um contorno definitivo para as eleições de outubro de 2026. Em um encontro marcado pelo tom de união e planejamento estratégico, o ex-prefeito e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, e o ex-prefeito de Macau e pré-candidato a deputado estadual, Einstein Barbosa, selaram um compromisso oficial de apoio e parceria mútua para Macau. O foco central da aliança é claro: tirar Macau e os municípios vizinhos do isolamento político e garantir o protagonismo que a região perdeu nos últimos anos.

A aliança mexe diretamente com o tabuleiro eleitoral regional. De um lado, Allyson Bezerra consolida sua liderança em uma região vital para o Estado; do outro, Einstein Barbosa ganha a musculatura necessária para liderar um projeto de redenção regional na Assembleia Legislativa.

Há anos Macau e a região salineira enfrentam um vácuo de poder na Assembleia Legislativa, sem um parlamentar autêntico que represente suas dores e potencialidades. Diante desse cenário, a pré-candidatura de Einstein Barbosa ganha contornos de urgência e necessidade.

Diferente de lideranças sazonais, que só visitam o município em períodos de campanha, Einstein se apresenta como o legítimo “filho da terra”. Morador da cidade, com uma trajetória de serviços prestados e profundo conhecimento da realidade local, o ex-prefeito desponta como a única alternativa capaz de unificar as demandas do município.

“A população de Macau terá em outubro uma oportunidade histórica e rara: votar em alguém que vive aqui, que conhece o cheiro do sal e as necessidades do nosso povo. O apoio de Allyson Bezerra chancela que o nosso projeto é viável, forte e essencial para o futuro do de Macau e região”, afirmam interlocutores ligados ao pré-candidato.

Para os analistas políticos, o movimento é cirúrgico. Ao marchar ao lado de Allyson Bezerra, Einstein oferece ao eleitor de Macau não apenas uma candidatura a deputado, mas a perspectiva real de trabalhar em sintonia com o Palácio de Despachos de Lagoa Nova.

Para a população local, a mensagem que fica após este encontro é de contundência: a oportunidade de resgatar o orgulho e o desenvolvimento regional está batendo à porta. Cabe agora ao eleitorado de Macau decidir se continuará refém do esquecimento ou se apostará na força de um filho da terra respaldado pela principal liderança majoritária do Estado.

O martelo foi batido; a caminhada para outubro começou.

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Ivan Júnior consolida crescimento nas últimas pesquisas e lidera no MDB

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As pesquisas mais recentes de intenção de voto para deputado estadual no Rio Grande do Norte apontam o crescimento de Ivan Júnior no cenário político estadual. Em dois levantamentos divulgados nas últimas semanas, o ex-prefeito de Assú aparece em primeiro lugar entre os nomes do MDB.

O resultado reflete uma agenda intensa de visitas aos municípios, ampliação de apoios e diálogo constante com lideranças e com a população em todas as regiões do estado.

Além da articulação política, Ivan tem defendido temas importantes para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, como geração de empregos, infraestrutura, segurança hídrica, educação profissional e atração de investimentos.

“Recebo esses resultados com gratidão e responsabilidade. Eles mostram que o trabalho, o diálogo e a presença nas cidades estão sendo reconhecidos. Seguiremos ouvindo as pessoas e discutindo soluções para o Rio Grande do Norte”, destacou Ivan Júnior.

Os resultados foram registrados nas pesquisas Instituto Exatus/Agora RN (RN-01045/2026) e Agorasei/96 FM (RN-02699/2026 e BR-05671/2026).

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Últimas pesquisas para senado no RN, mostram que Zenaide cresceu ou se manteve estável, enquanto Styvenson oscilou para baixo

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Reforço de Peso: Prefeita de Tenente Ananias declara apoio a Juninho Saia Rodada e fortalece pré-candidatura no Alto Oeste

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A pré-candidatura de Juninho Saia Rodada a deputado federal ganhou um importante reforço político na última sexta-feira (05), durante encontro realizado em Tenente Ananias-RN pelo deputado estadual e pré-candidato à reeleição, Dr. Kerginaldo.

Na ocasião, a prefeita Dayane declarou oficialmente apoio ao projeto de Juninho, acompanhada do grupo situacionista do município, formado por vereadores, lideranças políticas e apoiadores da atual gestão.

 

A adesão da prefeita representa um importante fortalecimento da pré-candidatura no Alto Oeste potiguar, ampliando a presença de Juninho em uma região estratégica e consolidando alianças com lideranças que possuem forte atuação política e administrativa.

O apoio recebido em Tenente Ananias reforça o crescimento da pré-candidatura, que vem reunindo cada vez mais lideranças municipais em diversas regiões do Rio Grande do Norte

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MAIS UMA PESQUISA MOSTRA QUE O EX PREFEITO DE CURRAIS NOVOS ODON JR. ENTROU DE VEZ NA BRIGA POR UMA VAGA NA CÂMARA FEDERAL NA NOMINATA DA FEDERAÇÃO PT, PV PCdoB .

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Odon Jr, ex-prefeito de Currais Novos, está mais uma vez entre os mais citados para Deputado Federal, desta vez na Pesquisa Exatus / Agora RN com 1,4% das citações.

É notório o crescimento da pré-candidatura de Odon Jr, ele tem percorrido todas as regiões do RN, confirmando o apoio de lideranças políticas, sociais, sindicais e comunitárias.

Odon Jr tem feito um debate público nas rádios e meios de comunicação do Estado e apresentado suas propostas, suas conquistas quando foi gestor para Currais Novos e para a Região Seridó e assumido o compromisso de construir um mandato participativo conectado com a população.

A pesquisa Exatus está registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-01045/2026 entrevistou 1500 pessoas em todas as regiões do Rio Grande do Norte.

“Agradeço ao povo potiguar por mais uma pesquisa em que ficamos bem posicionado. Vamos continuar percorrendo cada recanto desse Estado, levando esperança de dias melhores para o povo trabalhador”, disse Odon Jr.

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Vereador Eribaldo Medeiros reúne aliados nas Rocas e reforça palanque para 2026 estadual Ubaldo, federal Nina, Senado Sandro Pimentel e Zenaide, Governo Allyson Bezerra .

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O vereador Eribaldo Medeiros reuniu amigos, lideranças comunitárias e correligionários no bairro das Rocas para reafirmar seu apoio ao grupo político que pretende defender nas eleições de 2026.

Durante o encontro, Eribaldo declarou apoio à pré-candidatura de seu irmão, Ubaldo Fernandes, que buscará uma vaga na Assembleia Legislativa. O vereador também confirmou seu alinhamento com a pré-candidatura de Nina Souza para a Câmara dos Deputado em Brasília.

Na disputa pelo Senado Federal, Eribaldo manifestou apoio aos nomes de Zenaide Maia e Sandro Pimentel. Já para o Governo do Estado, o vereador voltou a destacar seu apoio ao projeto liderado por Allyson Bezerra, pré-candidato ao Executivo estadual.

Realizado nas Rocas, o encontro reuniu apoiadores, lideranças comunitárias e representantes de diversos segmentos, servindo como momento de articulação política e fortalecimento das alianças que o vereador pretende levar para a campanha de 2026. Segundo participantes, a reunião demonstrou a capacidade de mobilização de Eribaldo e o engajamento de sua base política em torno dos nomes apoiados pelo parlamentar.

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É falsa informação de que Dr. Tiago Almeida já declarou apoio a Álvaro Dias

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  • Prefeito de Parelhas aguarda definição do PSDB para anunciar posição na disputa pelo Governo do Estado

Não procede a informação de que o prefeito de Parelhas, Dr. Tiago Almeida, já teria declarado apoio à candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte. O gestor municipal continua aguardando a definição do PSDB, partido ao qual é filiado e que, no Estado, é comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza.

Segundo informações dos bastidores políticos, Dr. Tiago Almeida acompanhará a decisão que vier a ser adotada pelo PSDB em relação à sucessão estadual. Somente após a definição partidária é que o prefeito de Parelhas deverá anunciar oficialmente qual caminho seguirá nas eleições para o Governo do Estado.

Por enquanto, Dr. Tiago não declarou apoio a nenhum dos pré-candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte. Assim, não é verdadeira a informação de que ele já tenha fechado apoio à candidatura de Álvaro Dias

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Bastidores: Júlia Almeida ganha força para a Assembleia

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O xadrez político está a todo vapor. Nos bastidores, o nome da médica Dra. Júlia Almeida (PSDB) é a bola da vez. Cotada para a vaga de vice na chapa de Cadu Xavier (PT), a ex-diretora da Maternidade Divino Amor, em Parnamirim, colhe os frutos da exposição.

Os especialistas da política no estado dizem que o efeito prático foi catapultar Júlia para a disputa por uma vaga de deputada estadual nas eleições deste ano. Seja uma estratégia planejada ou não, o fato é que o burburinho turbinou a imagem da médica. Seu nome disparou nas pesquisas espontâneas (aquelas em que o eleitor fala o primeiro nome que vem à mente). Com forte apelo popular, ela desponta como um nome de peso para ficar de olho.

Do blog: Nas redes sociais de Dra. Júlia, ela faz campanha para o legislativo. Se é apenas um blefe, somente o tempo e o presidente Ezequiel (PSDB) podem nos dizer.

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Cadu perde espaço com demora na escolha do vice

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A indefinição sobre quem será o candidato a vice-governador na chapa de Cadu Xavier tem gerado questionamentos nos bastidores da política potiguar. Enquanto adversários já avançaram nas articulações e apresentam chapas mais consolidadas, o pré-candidato do PT segue sem anunciar oficialmente o nome que o acompanhará na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.

A escolha do vice é considerada estratégica por ampliar alianças, fortalecer bases regionais e transmitir segurança ao eleitorado. Nos últimos meses, diversos nomes foram cogitados, mas nenhuma definição foi anunciada, mantendo o cenário de incerteza dentro do grupo governista.

Analistas avaliam que a demora pode dificultar a construção política da chapa e reduzir o tempo necessário para que o futuro companheiro de candidatura participe ativamente da pré-campanha. Apesar disso, aliados de Cadu defendem que a cautela faz parte da estratégia para garantir uma escolha baseada em confiança, alinhamento político e potencial eleitoral.

Com as convenções se aproximando, cresce a expectativa sobre quem ocupará a vaga e qual impacto a definição terá na disputa pelo Governo do Estado.

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