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Presença de Lula em palanque não conquista votos em quatro colégios eleitorais importantes

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Liderando boa parte das pesquisas de intenção de votos realizadas até o momento, e contra qualquer candidato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se destaca na disputa pela Presidência da República em 2022. Dele se aproxima apenas o atual mandatário, Jair Bolsonaro (PL), que concorre à reeleição, apesar de se manter pontos atrás do petista. O cenário polarizado que ambos protagonizam não mobiliza apenas a atenção do eleitor – que vem discutindo suas preferências para o Palácio do Planalto cada vez mais intensamente à medida que o dia da votação se aproxima – mas também os movimentos cuidadosamente calculados dos líderes partidários e dos candidatos estaduais ao Executivo e ao Legislativo.

Em busca de poder em um eventual governo a partir de 2023, os conchavos políticos formados neste ano, de ambos os lados, nem sempre priorizam a pureza do pensamento político, mas táticas para viabilizar uma mínima governabilidade necessária. Em quatro grandes colégios eleitorais, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, as alianças formadas por Lula, o cabo eleitoral desejado devido ao seu forte desempenho, mostram, na verdade, falhas do petista nessa função, não revertendo a intenção de votos que possui para seus candidatos aos governos do Estado. A situação também revela que o eleitor está mais criterioso na sua escolha, seguindo menos o que “o seu mestre mandar”.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, o segundo maior colégio eleitoral do Brasil, atrás apenas de São Paulo, o candidato de Lula, o deputado Marcelo Freixo (PSB), enfrenta dificuldades para crescer e se mantém na margem de erro do empate com o atual governador, Claudio Castro (PL), do mesmo partido de Bolsonaro e apoiado por ele. Segundo a última pesquisa Datafolha para o cenário estadual divulgada no início de julho, Freixo tem 22% das intenções contra 21% de Castro. Outros candidatos não chegam nem a 10%. O cenário mostra a força da polarização nacional, mas principalmente a derrapada de Lula como cabo eleitoral e o desenvolvimento de Castro no Rio de Janeiro, já que, também neste mês, o Datafolha divulgou que Lula tem 41% das intenções no Estado contra 34% de Bolsonaro. Outro ponto é que Freixo, dissidente do PSOL, está subindo no palanque de Lula pela primeira vez. Apesar de comungarem alguns dos mesmos ideais de esquerda, certamente a população ainda não está acostumada com essa parceria, fazendo com que a transferência de voto seja mais árdua. Essa segunda parte da análise é possível também ao conferir os números de aprovação de Castro: apenas 23% do povo fluminense considera o atual governo bom; 21% reprova; e 46% avaliam como regular.

Minas Gerais

Já em Minas Gerais, terceiro maior colégio eleitoral, a situação é um pouco mais complicada, já que o contexto da polarização política nacional está mais embaralhado. Segundo o Datafolha, Romeu Zema (Novo), que representa o liberalismo econômico e o empresariado, lidera a disputa ao Palácio Tiradentes com 48% das intenções de voto e chance de vencer no primeiro turno. O segundo colocado na corrida pelo governo é o candidato de Lula, Alexandre Kalil (PSD), que comandou a prefeitura da capital mineira até março deste ano. Também empresário e dirigente desportivo, Kalil possui uma trajetória política distante do PT, tendo passado por partidos como PSDB e PHS. O seu atual partido, de Gilberto Kassab, vem defendendo uma “neutralidade” no cenário nacional diante da polarização política, mas ali ao lado de Minas, o PSD apoia o candidato bolsonarista ao governo de São Paulo, o ex-ministro da infraestrutura Tarcísio de Freitas. Nesse emaranhado de apoios e controvérsias, o candidato de Bolsonaro em Minas, o senador Carlos Viana (PL), fica em terceiro lugar, com apenas 4%. Até o momento, a terceira via no Estado é representada pelo Partido Novo e vai muito bem na disputa.

Pernambuco

Em Pernambuco, 8º maior colégio eleitoral do país, além de delicado, o caso é também semiótico, no qual o uso de alguns símbolos apontam para a população o espectro político de cada candidato. Com o acordo nacional entre PT e PSB, que viabilizou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula à Presidência, ficou acertado também o apoio de Lula ao candidato socialista ao governo de Pernambuco, Danilo Cabral. s, o que inclui o próprio Lula e Alckmin a reboque. Diante da rejeição de quase 70% da população (Com isso, os palanques locais de Lula seguem o mesmo modus operandi que ficou conhecido nas campanhas e na gestão do ex-governador Eduardo Campos, com aparições polidas de líderes, que usam sempre roupas brancaParaná Pequisas) ao governo do PSB, que tem uma das piores taxas da história do partido em Pernambuco e está no poder há 16 anos, atualmente com Paulo Câmara liderando o Estado, é Marília Arraes, hoje no Solidariedade, usando vermelho e fazendo “L” com a mão, que toca a dianteira da disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. Segundo o Ipespe, a ex-petista e ex-socialista lidera a disputa com 29% das intenções, enquanto os outros candidatos do PSDB, PL, PSB e União Brasil empatam tecnicamente em segundo lugar, próximos a 10%. Em um Estado tradicionalmente governado pela esquerda, a força de Marília se sobrepõe ao palanque de Lula. Ela também cresce pela história de oposição ao PSB e pelo discurso que reforça uma proximidade entre ela e o petista, já que Marília Arraes tenta, mesmo sem o apoio oficial, se vender como a verdadeira candidata de Lula.

Bahia

O terceiro maior colégio eleitoral do país, a Bahia, é o único desses quatro Estados que possui um candidato do PT com apoio de Lula na disputa pelo governo: Jerônimo Rodrigues. Entre os cenários anteriores, Rodrigues amarga o pior deles, com uma diferença para o primeiro colocado, Antonio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto (União Brasil), de pelo menos 50 pontos. Segundo a pesquisa Genial/Quaest, é esperada uma vitória de ACM no primeiro turno, já que no meio de julho ele tinha 61% das intenções de votos. Enquanto isso, Jerônimo ocupa o segundo lugar, com 11%. O candidato do presidente Bolsonaro, o ex-ministro João Roma (PL), tem 6%. A Bahia é outro exemplo onde a terceira via aparenta ir bem, principalmente com os resultados de ACM, que foi considerado duas vezes seguidas (2013 e 2014) pelo Vox Populi o prefeito mais bem avaliado do Brasil, legado contra o qual o slogan de campanha “Lula é Jerônimo” mostra não ter efeito nenhum, considerando o desempenho do ex-presidente na Bahia, onde também lidera as intenções de votos.

Jovem Pan

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Trabalho e crescimento de Benes começam a incomodar; denúncias sem fundamentos já caíram por terra

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O crescimento político do deputado federal Benes Leocádio e a sequência de ações voltadas para os municípios do Rio Grande do Norte começam a provocar reações de adversários. Nos bastidores da política potiguar, aliados avaliam que o avanço do parlamentar nas pesquisas e o reconhecimento do trabalho realizado em Brasília têm incomodado principalmente quem carrega desgaste político e questionamentos do passado.

Nos últimos meses, Benes tem intensificado agendas pelo estado, anunciado emendas, acompanhado obras e ampliado sua presença em diversas regiões do RN. O movimento é visto por apoiadores como um sinal claro de fortalecimento político para 2026.

Ao mesmo tempo, denúncias e acusações que surgiram recentemente contra o deputado não tiveram o efeito esperado por seus opositores. Segundo aliados, muitas dessas acusações não apresentaram provas consistentes e acabaram perdendo força, sendo classificadas como tentativas de desgastar sua imagem.

Para apoiadores de Benes, o cenário é simples: quem trabalha aparece, cresce e passa a ser alvo de ataques políticos. Eles defendem que o deputado segue concentrado em resultados concretos para os municípios, enquanto adversários apostam em narrativas que não se sustentam.

“Quando o trabalho incomoda, é porque está dando resultado”, resumiu um aliado próximo do parlamentar.

Com a disputa de 2026 começando a ganhar temperatura, o nome de Benes Leocádio volta ao centro do debate político no Rio Grande do Norte, agora não apenas pelas emendas e ações administrativas, mas também pelo espaço que vem conquistando no cenário eleitoral potiguar

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Com mais de 65% de indecisos Natália, João Maia Thabatta e Benes lideram para deputado federal em Caicó

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A deputada Natália Bonavides(PT) lidera as intenções de voto para deputada federal no Rio Grande do Norte, no  município de Caicó. É o que mostra pesquisa Media/OPotengi. Na disputa federal, Natália aparece com 5,80% das intenções de voto, seguida pelo deputado João Maia(PP), com 4,40%.

A vereadora e primeira-dama de Natal, Nina Souza (PL) ocupa a terceira posição, com 4,00%, Em seguida, aparecem Thabata Pimenta(PV), com 2,00%; Benes Leocádio (União), com 1,80%; General Girão (PL), com 1,60%; Sargento Gonçalves (PL), com 1,40%; Dr. Bernardo Amorim (PV), com 1,40%; Coronel Brilhante (PL); e Juninho Saia Rodada (PL), com 1,20% cada. 67,60% dos eleitores ainda não sabem em quem votar para deputado federal. Outros 1,80% afirmaram votar em branco ou julho.

A pesquisa entrevistou 500 eleitores do município de Caicó entre os dias 23 e 24 de julho de 2026. A margem de erro é de 4,4 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95% e está registrada no TSE sob o número RN-03002/2026.

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Gestão de Dr Tadeu é aprovada por 60,6% da população caicoense, aponta pesquisa

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A pesquisa Media/OPotengi mediu a avaliação dos caicoenses sobre as gestões estadual, federal e municipal. O presidente Lula(PT) é aprovado pela  maioria da população, assim como o prefeito Dr.Tadeu(PSDB). No entanto, a gestão da governadora Fátima Bezerra(PT) enfrenta alta desaprovação.

Na avaliação da gestão municipal, 60,6% aprovam Dr.Tadeu, já 29,2% desaprovam e 10,2% não sabem ou não quiseram responder. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem aprovação com melhores índices do que a desaprovação. Da população de Caicó, 54,8% aprovam o Governo Lula, enquanto 26,2% desaprovam.

Já a avaliação da governadora Fátima Bezerra é desaprovada por 58,0%; 20,6% aprovam a gestão estadual e 21,4% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa entrevistou 500 eleitores do município de Caicó entre os dias 23 e 24 de julho de 2026. A margem de erro é de 4,4 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95% e está registrada no TSE sob o número RN-03002/2026.

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Álvaro Dias lidera disputa pelo governo do RN em Caicó com 40,2%; Allyson aparece com 21,2% enquanto Cadu registra 14,4%, aponta pesquisa

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O ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) lidera as intenções de voto para o Governo do Rio Grande do Norte entre os eleitores de Caicó. É o que aponta pesquisa realizada pelo Instituto Media em parceria com o jornal O Potengi.

No cenário estimulado, em que os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos entrevistados, Álvaro Dias registra 40,2% das intenções de voto. O ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), aparece com 21,2%, seguido por Cadu Xavier (PT), que tem 14,4%.

Os entrevistados que não souberam ou preferiram não responder representam 16,2%. Outros 6,6% afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto.

Pesquisa espontânea

No levantamento espontâneo, em que os entrevistados indicam livremente o nome de sua preferência, Álvaro Dias também aparece na liderança, com 32,4%.

Allyson Bezerra é citado por 19% dos eleitores, enquanto Cadu Xavier registra 12,2%. Robério Paulino e Dário Barbosa aparecem com 0,4% cada.

Nesse cenário, 34,4% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Os votos brancos e nulos somam 1,2%.

Dados da pesquisa

A pesquisa ouviu 500 eleitores de Caicó nos dias 23 e 24 de julho de 2026. A margem de erro é de 4,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03002/2026

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Jorge do Rosário recebe apoio de Lênine e fortalece grupo político em João Câmara

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A pré-candidatura de Jorge do Rosário (PL) à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte ganhou um importante reforço em João Câmara. O jovem líder político Lênine anunciou apoio ao projeto de Jorge após decidir retirar sua candidatura a deputado estadual nas eleições deste ano.

Integrante da nominata do PL, Lênine explicou que a decisão foi construída em conjunto com seu grupo político, que avaliou ser mais estratégico amadurecer o projeto para futuras disputas eleitorais. Segundo ele, o momento é de unir forças em torno de um nome comprometido com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e com as demandas de João Câmara.

“Vamos amadurecer o nosso projeto e, nesse momento, é mais razoável que estejamos apoiando um nome comprometido com o RN e que possa ajudar João Câmara. E esse nome é o de Jorge”, afirmou.

Ao agradecer a adesão, Jorge do Rosário destacou a importância da chegada de Lênine ao grupo e ressaltou que o apoio amplia a representatividade de sua candidatura no município.

“Lênine se junta ao grupo liderado por Cícero Neto, formando um time forte em torno da nossa candidatura e, principalmente, de um projeto para fortalecer a voz de João Câmara na Assembleia Legislativa”, disse Jorge.

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VÍDEO DE ALLYSON ACUSANDO O PL E ÁLVARO DE ENTRAR NA JUSTIÇA PARA DERRUBAR SEUS PERFIS NO INSTAGRAM PARECE NÃO CONDIZER COM PARECER DA JUSTIÇA.

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O ex prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra (União Brasil), publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que a decisão da Justiça Eleitoral que determinou a suspensão de três perfis ligados à sua pré-campanha seria uma iniciativa do pré-candidato Álvaro Dias (PL) para tentar “calá-lo”.

Entretanto, os próprios autos do processo mostram que a representação não foi proposta por Álvaro Dias nem pelo PL.

A ação foi ajuizada pelo Partido Novo do Rio Grande do Norte, que ingressou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) alegando a prática de propaganda eleitoral antecipada por meio de perfis do Instagram ligados à pré-campanha de Allyson.

A liminar também não foi concedida a pedido de Álvaro Dias, mas sim pelo juiz federal Hallison Rêgo Bezerra, relator do processo no TRE-RN, após analisar os argumentos apresentados na ação.

Na decisão, o magistrado concluiu, em análise preliminar, que havia indícios de propaganda eleitoral antecipada irregular e determinou a suspensão temporária dos perfis @rncomallyson, @timeallyson e @allysondopovo até 15 de agosto.

Em um dos principais trechos da decisão, o juiz afirma:

“Os elementos probatórios revelam, em exame preliminar, que os perfis ‘@rncomallyson’, ‘@timeallyson’ e ‘@allysondopovo’ divulgaram diversas publicações contendo pedido explícito de voto.”

O magistrado acrescenta ainda que as publicações “antecipam atos típicos da campanha eleitoral” e possuem “potencial lesivo à paridade de armas entre os futuros candidatos”.

 

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Natália Bonavides se acha a “última Coca-Cola do deserto” dentro da nominata do PT ao ponto de tentar barrar candidaturas dentro de alianças aprovadas até pelo próprio presidente Lula

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A disputa pelos espaços na chapa governista do Rio Grande do Norte tem exposto divergências dentro do próprio campo político aliado ao presidente Lula. Entre adversários de Natália Bonavides, cresce a crítica de que a deputada federal tenta exercer influência excessiva sobre a composição da aliança.

Esses críticos afirmam que a resistência de Natália à candidatura de Rafael Motta ao Senado, mesmo após os gestos públicos de aproximação entre Rafael e o presidente Lula, demonstra uma postura de quem acredita ter poder de veto sobre decisões que deveriam ser construídas coletivamente.

Na avaliação desses setores, nenhuma liderança, por maior que seja sua influência, deve agir como se fosse a única capaz de definir os rumos de uma aliança política. Em uma democracia, candidaturas são legitimadas pelo diálogo entre os partidos, pelas lideranças e, principalmente, pela vontade do eleitor.

Se essa percepção corresponde ou não à realidade, será o debate político e, sobretudo, as urnas que darão a resposta em 2026.

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Rafael Motta pode não ter o apoio de prefeitos e de medalhões  da política como Zenaide, mas,  tem o carisma e a empatia popular que ela não consegue transmitir.

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Na política, o apoio de prefeitos, ex-prefeitos e grandes lideranças é importante e pode fortalecer uma candidatura. Nesse aspecto, Zenaide Maia construiu uma ampla rede de apoios em diversas regiões do Rio Grande do Norte.

Entretanto, uma eleição não é decidida apenas por estruturas políticas. Quem dá a palavra final é o eleitor. E, na nossa avaliação, é justamente nesse ponto que Rafael Motta leva vantagem.

Mesmo sem reunir o mesmo número de apoios de prefeitos e medalhões da política, Rafael tem demonstrado capacidade de dialogar com diferentes segmentos da sociedade e estabelecer uma conexão mais espontânea com a população. Seu estilo mais acessível e a proximidade com o eleitor podem ser fatores decisivos durante a campanha.

A história das eleições mostra que grandes estruturas políticas nem sempre garantem vitória. No fim das contas, quem elege senador é o povo. E é nas ruas, no contato direto com os eleitores, que uma candidatura realmente demonstra sua força.

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Nina Souza, Dr. Bernardo e Juninho Saia Rodada: três nomes que devem chegar à Câmara Federal pela primeira vez

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As eleições de 2026 prometem renovar parte da bancada do Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados. Entre os nomes que despontam como fortes postulantes a uma vaga estão Nina Souza, Dr. Bernardo e Juninho Saia Rodada.

Com trajetórias distintas, os três chegam à disputa respaldados por bases eleitorais importantes e pela expectativa de ampliar a representatividade de seus grupos políticos em Brasília.

Nina Souza aposta na experiência adquirida na política de Natal e na articulação construída ao longo dos últimos anos. Dr. Bernardo chega fortalecido por sua atuação parlamentar e pela influência em diversas regiões do estado. Já Juninho Saia Rodada busca transformar sua popularidade e capilaridade no interior em votos para conquistar um mandato federal.

Se confirmarem o desempenho esperado por seus aliados, os três poderão estrear na Câmara dos Deputados em 2027, representando uma renovação na bancada potiguar e ampliando o espaço de novas lideranças na política do Rio Grande do Norte.

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Benes Leocádio caminha a passos largos para a reeleição dentro da nominata do União Progressista

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O deputado federal Benes Leocádio desponta como um dos nomes mais consolidados da nominata do União Progressista para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026.

Com uma base política estruturada, forte atuação municipalista e um histórico de destinação de emendas para diversas regiões do Rio Grande do Norte, Benes chega ao processo eleitoral como um dos favoritos à reeleição dentro do partido.

Na avaliação de analistas políticos, a experiência acumulada, a capilaridade junto às lideranças municipais e o trabalho desenvolvido ao longo do mandato colocam o parlamentar em posição de destaque na disputa interna da nominata.

Embora a eleição dependa da votação final nas urnas, o cenário atual indica que Benes Leocádio caminha a passos largos para renovar seu mandato e continuar representando o Rio Grande do Norte na Câmara dos Deputados.

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