O pagamento de auxílio a atletas e paratletas de Natal foi tema de debate na Câmara de Vereadores.
Confira o Minuto da Câmara:




O ex-prefeito de Currais Novos e pré-candidato a deputado federal Odon Júnior (PT) afirmou que vê com “bons olhos” a possibilidade de o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira (PSDB), indicar o candidato a vice na chapa do pré-candidato ao Governo do Estado Cadu Xavier (PT).
Em entrevista à rádio 98 FM Natal, Odon destacou o peso institucional e político de Ezequiel no cenário estadual e indicou que uma aliança com o PSDB pode fortalecer o projeto do PT no Estado. “Eu vejo positivamente uma construção nesse sentido”, afirmou, ao programa “Repórter 98”.
Na avaliação do ex-prefeito, a eventual indicação de um vice ligado ao PSDB não apenas ampliaria a base política da chapa governista, como também contribuiria para consolidar uma frente mais competitiva. “Eu vejo com bons olhos para fortalecer esse nosso campo político aqui, o campo progressista”, declarou.
Odon também deixou claro que essa estratégia passa por uma lógica de ampliação de alianças, indo além do núcleo tradicional da esquerda. Ele defende uma articulação mais ampla no tabuleiro eleitoral do Rio Grande do Norte.
Durante a entrevista, Odon Júnior também tratou diretamente das especulações sobre a possibilidade de compor a chapa majoritária como candidato a vice. Ele descartou essa hipótese e reafirmou que seu projeto político está direcionado à disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.
Embora tenha demonstrado apreço pelo nome de Cadu Xavier e confiança em sua candidatura, Odon indicou que a composição ideal passa pela inclusão de aliados. “Eu entendo, para que essa vitória chegue e aconteça, se vier um vice que seja de um partido aliado numa composição que fortaleça ainda mais o nome de Cadu, isso é melhor para o nosso conjunto”, disse
Robson Pires

O clima em Brasília está longe de ser tranquilo para o governo. Após a rejeição do nome de Jorge Messias no Senado, por 42 votos a 34, os bastidores políticos já apontam para um novo momento decisivo: a análise do veto presidencial marcada para esta quinta-feira (30)
A derrota recente acendeu um alerta no Palácio do Planalto. Mais do que um episódio isolado, o resultado expôs dificuldades na articulação política e levantou questionamentos sobre o grau de fidelidade da base governista.
Agora, o foco se volta para o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que trata da dosimetria das penas para envolvidos nos atos de 8 de janeiro. A votação no Congresso pode se transformar em um novo termômetro da força do governo — e, mais do que isso, da disposição dos parlamentares em seguir ou não a orientação do Planalto.
Nos bastidores, o que se comenta é que o cenário está longe de ser confortável. Há divisões, pressões e um ambiente onde cada voto pode surpreender.
A sessão será conduzida pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, figura central nesse momento. Sua atuação e capacidade de conduzir o processo também entram no radar, especialmente diante de um contexto em que o governo tenta reorganizar sua base.
Caso o veto seja derrubado, o impacto político será inevitável. A leitura em Brasília tende a ser clara: mais um sinal de que o governo enfrenta dificuldades para consolidar maioria em pautas sensíveis.
Por outro lado, se conseguir manter o veto, o Planalto ganha fôlego e mostra capacidade de reação após o revés no Senado.
De uma forma ou de outra, amanhã promete ser um dia decisivo.
Porque, na política, derrotas seguidas nunca são vistas como coincidência — mas como sinal.

Durante participação na 25ª Marcha dos Gestores e Legislativos Municipais, em Brasília, um grupo de 14 vereadores da Câmara de Parnamirim articulou a destinação de recursos para viabilizar o início das obras da Via Verde, considerada um dos principais projetos de mobilidade urbana do município.
A comitiva municipal realizou visitas institucionais a parlamentares federais com o objetivo de garantir apoio financeiro à iniciativa. Como resultado das articulações, foram assegurados R$ 6 milhões em emendas parlamentares. Desse total, R$ 5 milhões foram viabilizados para execução ainda neste ano por meio do deputado federal General Girão, além de R$ 1 milhão remanejado. Soma-se a esses valores outros R$ 2 milhões já previstos no orçamento da Câmara Municipal, totalizando R$ 8 milhões para início das obras no município.
Para o presidente Dr. César Maia, o momento representa avanço concreto: “Estamos transformando diálogo em conquistas reais. A Via Verde não é mais promessa, é um projeto com recursos assegurados e cada vez mais próximo de se tornar realidade”. A expectativa agora é seguir avançando na captação de novos investimentos, garantindo desenvolvimento, mobilidade e mais qualidade de vida para a população.
*Abaixo-assinado*
Paralelamente às tratativas institucionais, a Câmara de Parnamirim iniciou uma mobilização popular para fortalecer o projeto. Está em andamento uma campanha de coleta de assinaturas, que já alcançou mais de 5 mil assinaturas, mostrando o apoio da população à execução da obra. A adesão pode ser realizada por meio do site oficial: https://viaverdeparnamirim.com.br/.

O vereador Ivanildo Cabeção mostrou articulação e compromisso ao apresentar, em Brasília, o pedido de uma obra essencial para Campo Redondo.
Durante encontro na Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o parlamentar levou ao senador Styvenson Valentim a situação crítica da avenida “Maracanã”.
💬 O senador recebeu a demanda
**vai estudar a causa**, reconhecendo a importância da obra para a cidade.
💧 A iniciativa busca acabar com os alagamentos que há anos prejudicam moradores e comerciantes.
⚖️ É trabalho sério, buscando solução de verdade!
✅ Mais mobilidade
✅ Mais segurança
✅ Mais dignidade para o povo
#CampoRedondo #IvanildoCabeção #BoaNotícia #RN #Política #Desenvolvimento

O Ministério Público Eleitoral da 23ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Norte emitiu parecer favorável ao deferimento da candidatura de Maria de Fátima Araújo da Silva ao cargo de prefeita de Ouro Branco/RN, nas eleições suplementares de 2026. No mesmo documento, o órgão ministerial opinou pela improcedência da impugnação apresentada por Amariudo dos Santos Silva.
De acordo com o parecer, assinado pelo promotor eleitoral Vinícius Lins Leão Lima, não foram constatadas irregularidades capazes de impedir o registro da candidatura. A impugnação alegava três pontos principais: suposta irregularidade na filiação partidária, inelegibilidade por condenação por improbidade administrativa (alínea “l”) e inelegibilidade em razão da rejeição de contas públicas (alínea “g”).
O Ministério Público entendeu que a filiação de Maria de Fátima ao Partido dos Trabalhadores (PT) está regular e vigente. Isso porque uma filiação posterior ao PSDB foi considerada nula, já que ocorreu quando a candidata estava com os direitos políticos suspensos. Com a nulidade, foi restabelecido o vínculo anterior com o PT, com decisão já transitada em julgado.
Sobre a alegação de inelegibilidade prevista na alínea “l” da Lei Complementar nº 64/90, o parecer destaca que não houve condenação com suspensão dos direitos políticos — requisito essencial para configurar a inelegibilidade. A decisão da Justiça Comum aplicou apenas ressarcimento ao erário e multa, o que, segundo entendimento do TSE, não é suficiente para impedir a candidatura.
Em relação às contas rejeitadas dos anos de 2013 e 2014, o Ministério Público concluiu que as irregularidades apontadas são de natureza contábil e administrativa, sem comprovação de dolo específico. O parecer ressalta que a legislação atual exige a demonstração de intenção deliberada de causar dano ao erário ou enriquecimento ilícito, o que não foi verificado no caso.
Além disso, o órgão ministerial entendeu que as mudanças trazidas pela Lei Complementar nº 219/2025 têm aplicação imediata e não violam o princípio da anualidade eleitoral, reforçando o afastamento da inelegibilidade.
Ao final, o Ministério Público Eleitoral opinou pela improcedência da impugnação apresentada por Amariudo Santos e pelo deferimento do registro de candidatura de Maria de Fátima Araújo da Silva.
O parecer ainda será analisado pela Justiça Eleitoral, responsável pela decisão final sobre o registro da candidatura.

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