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Cuidados para pacientes com endometriose pautam audiência no Legislativo

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Especialistas, profissionais da Saúde em geral e autoridades de órgãos municipais e estaduais debateram, na tarde desta quarta-feira (19), na Assembleia Legislativa, a “Assistência à saúde da mulher com endometriose”. A audiência pública foi proposta pela deputada estadual Cristiane Dantas (SDD) com o objetivo de discutir resoluções para os problemas relacionados à enfermidade no Estado.

“Hoje eu venho falar sobre um tema de extrema importância e que afeta a vida de muitas mulheres ao redor do mundo: a endometriose. Ela é uma doença crônica, que muitas vezes é subdiagnosticada e pode ter um impacto devastador na qualidade de vida das mulheres. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 6 milhões de brasileiras são acometidas pela enfermidade, que se caracteriza pelo crescimento anormal do endométrio para fora do útero. Essas células se espalham por outros órgãos da região pélvica, como ovários, trompas, bexiga e até intestino. Isso causa uma inflamação que gera dor pélvica severa, menstruações dolorosas e impacta diretamente na fertilidade. Por isso, é crucial entender que a dor intensa durante o período menstrual não é normal e não deve ser subestimada”, iniciou a parlamentar. 

Segundo Cristiane Dantas, a endometriose pode ser diagnosticada em qualquer mulher em idade reprodutiva, mas geralmente é detectada entre os 25 e 35 anos. “No entanto, muitas mulheres relatam os sintomas desde a adolescência. A falta de conhecimento sobre a doença e a normalização da dor menstrual intensa contribuem para um atraso significativo no diagnóstico, que leva em média de sete a dez anos”.

A respeito da doença no Rio Grande do Norte, a deputada explicou que a maior dificuldade enfrentada está na falta de acesso das mulheres aos exames e cirurgias. “Ou seja, a realidade é que muitas mulheres ficam sem tratamento adequado, e isso é particularmente preocupante”, disse.

Para melhorar o diagnóstico e o tratamento, conforme a parlamentar, “é essencial investir na capacitação dos profissionais de Saúde, a fim de que possam reconhecer os sintomas precocemente, prevenindo complicações graves”. 

“Além do tratamento médico especializado, mudanças na alimentação, prática de exercícios físicos, acompanhamento psicológico, acupuntura e fisioterapia pélvica podem aliviar os sintomas. Portanto, é imperativo que reconheçamos a endometriose como uma doença que necessita de atenção e tratamento adequados”, detalhou Cristiane Dantas, acrescentando que dará entrada num Projeto de Lei, apresentado pelas médicas Ana Lígia e Gleisse Aguiar, que visa estabelecer uma linha de cuidado às mulheres com endometriose no RN. 

“Além disso, nós elaboramos um material informativo para divulgar as informações mais importantes sobre a enfermidade para toda a população”, finalizou.

De acordo com a médica ginecologista e especialista em endoscopia ginecológica em endometriose, Gleisse Aguiar, “a endometriose é uma doença inflamatória crônica que acomete 10% das mulheres em idade fértil”. 

“Ou seja, é um problema de Saúde Pública, mas muitas vezes essas mulheres não são ouvidas e recebem tratamento inadequado. Por isso eu agradeço a oportunidade de estar aqui sendo a voz de todas elas”, frisou.

Segundo a médica, a endometriose é uma doença progressiva, mas benigna, isto é, não pode se tornar câncer.

“E ela tem tratamento. O seu principal sintoma é a dor pélvica no período menstrual, inicialmente. Essa dor é cíclica, mas pode se tornar crônica, persistente e incapacitante. A cada menstruação a doença pode progredir, mudar de local ou infiltrar mais ainda nos lugares onde já está fixada. E ao longo do tempo as dores vão diminuindo a qualidade de vida da paciente, que não consegue fazer suas atividades laborais, sociais e/ou conjugais”, explicou.

Para a especialista, “o grande problema é que, quando procura atendimento médico, a mulher escuta que ‘a dor é normal’, que ‘toda mulher tem’, que ‘no período menstrual é normal’ ou que ‘quando tiver relações sexuais ou engravidar a dor vai acabar’. Mas ela não termina. E só vai piorando”. 

Outro ponto destacado pela ginecologista Gleisse Aguiar é que a ultrassonografia transvaginal convencional não detecta a doença.

“E como fica a dor e a mente da paciente? O diagnóstico é dado por uma ultrassonografia com preparo intestinal ou uma ressonância magnética da pelve, ou ambas, feitas por profissionais habilitados. Então, vejam, essa mulher passa por uma verdadeira peregrinação. O diagnóstico geralmente é retardado – após 8 a 10 anos – e quando ela descobre a enfermidade já tem sua fertilidade, seu trabalho e seus relacionamentos comprometidos. Por isso eu pergunto: quanto custa a dor dessa paciente?”, indagou.

Ainda de acordo com a médica, “quando a paciente consegue, finalmente, ser atendida por um especialista, ela já fez inúmeras cirurgias inadequadas e incompletas”.

“Muitas vezes elas chegam no consultório sem útero e sem ovário, porque acham que o tratamento é esse. E elas entram na menopausa frequentemente. Outras, quando não chegam com cirurgias prévias, vêm com a doença extremamente avançada: com ovários e cistos gigantes, semiobstruídas, praticamente com obstrução intestinal ou de ureter, podendo perder um rim a qualquer momento. E para onde nós vamos enviá-las? Infelizmente, elas são órfãs de tratamento. E nós, especialistas, ficamos de mãos atadas”, criticou. 

Finalizando, a ginecologista afirmou que é necessário organizar uma linha de cuidado para essas pacientes, da atividade primária até a terciária, capacitando profissionais de Saúde, “para que eles saibam solicitar os exames adequados e em tempo hábil para o diagnóstico, pois nem toda paciente vai precisar ser operada. Às vezes será suficiente apenas o tratamento clínico com uma equipe multidisciplinar composta por nutricionista, fisioterapeuta pélvica e psicóloga”, concluiu.

Dando continuidade às explicações técnicas, a ginecologista Ana Lígia Dantas reforçou a importância da equipe multidisciplinar no tratamento da endometriose.

“A Ginecologia sozinha não consegue tratar a doença. Precisamos, sim, do apoio de outros profissionais, para que possamos melhorar os hábitos e a qualidade de vida das pacientes”, ressaltou. 

Em seguida, a médica relatou casos de pacientes do nosso Estado e divulgou dados estatísticos sobre a enfermidade.

“Nós sabemos, estatisticamente, que uma em cada dez mulheres tem endometriose, segundo a Organização Mundial de Saúde. Além disso, 180 milhões de mulheres no mundo possuem a doença; o tempo médio para receber o diagnóstico é de 10 anos; entre as mulheres com endometriose, de 30 a 50% têm infertilidade; e a idade média do diagnóstico é de 28 anos, quando a mulher está no seu período reprodutivo e produtivo, muitas vezes no auge do seu trabalho e já com família constituída. Portanto, nós não podemos falar de endometriose sem falar que é uma questão de Saúde Pública”, enfatizou.

Ao final da sua explanação, a especialista sugeriu um fluxograma de linha de cuidado para pacientes com endometriose.  

“Esse fluxograma vai desde a atenção primária, com médicos capacitados e que possam, pelo menos, suspeitar de endometriose pelos sintomas. E, no caso de ser endometriose, que esses profissionais possam encaminhar a paciente para um serviço de atenção secundária, em cidades-polo, com ambulatórios especializados, onde haja uma equipe multidisciplinar para dar suporte. A partir disso, feita a triagem, a paciente seguiria para as referências, na atenção terciária, que trataria os casos mais graves que precisam de cirurgias com equipes multidisciplinares”, concluiu.  

Na sequência, a enfermeira e paciente com endometriose, Leticia Silva, agradeceu o convite e frisou que não iria falar sobre dor, mas de esperança.
“Eu quero saudar a mesa, em nome da deputada Cristiane Dantas, e essas médicas maravilhosas e humanizadas, que acolhem a nossa dor. Mas hoje eu não vim aqui para falar só de dor, eu vim para falar de esperança. Porque, quando recebi o convite, eu me senti muito honrada pela oportunidade de dar voz a muitas mulheres que são silenciadas pela dor. A nossa dor muitas vezes é invalidada, porque a gente vem de uma cultura em que dores menstruais são ditas ‘normais’. Mas as causadas pela endometriose nos incapacitam”, desabafou. 

A respeito das perguntas de algumas pessoas sobre como ela consegue ter uma “vida normal”, a enfermeira diz que é porque está suprimindo a menstruação. 

“Se eu não fizesse isso, minha vida seria limitada a estar em cima de uma cama, prostrada, à base de morfina. Porque eu sinto muita dor. E isso tudo sempre me gerou muita indignação, porque mesmo eu sendo profissional de Saúde, levei em torno de dez anos para conseguir um diagnóstico. Agora, imaginem uma mulher que não seja da área ou que não tenha acesso às informações…”, disse.

Falando em esperança, ela afirmou que o encontro na Assembleia Legislativa significa a “visualização de uma luz no fim do túnel”.
“Nós sabemos que é possível implementar uma rede estruturada de cuidado, pensando em fluxos e em capacitação profissional. E tudo começa com o primeiro passo. O que nos falta, principalmente, é capacitar os profissionais para acolher e realizar uma escuta qualificada com as mulheres para, então, dar seguimento à necessidade que nós temos, que é primariamente o diagnóstico precoce”, concluiu Leticia Silva.

Para o médico e vice-presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do RN (Sogorn), Gustavo Mafaldo, os principais motivos que tornam a endometriose desafiadora na sociedade são a sua alta prevalência, a grande incapacitação que causa e a sua associação com problemas de ordem física e psíquica nas mulheres.

Segundo Vânia Machado, membro do Conselho Estadual de Saúde do RN (CESRN), enquanto entidade de controle social, é importante que o conselho esteja ocupando os espaços públicos, ouvindo e aprendendo, para que possa cobrar dos poderes devidos. 
“Porque o nosso papel é justamente fiscalizar e fazer acontecer. E a gente só faz acontecer quando tem conhecimento. E esta audiência de hoje está sendo um grande aprendizado”, frisou.

Representante da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Anny Karoline garantiu que o tema já vem sendo discutido no âmbito do órgão, e soluções já vêm sendo pensadas para resolver os principais problemas envolvidos.

“Os processos judiciais são um balizador para nós, no sentido de que precisamos melhorar e ampliar os acessos. A gente vem, desde fevereiro, tentando encontrar profissionais com expertise técnica que apontem para a gente o que ocorre no dia a dia das unidades de saúde e quais as maiores necessidades da nossa população. Além disso, nós já estamos em processo de construção dessa linha de cuidado à mulher com endometriose, principalmente para as cirurgias de alta complexidade, que é um dos nossos maiores desafios”, destacou. 

Segundo a representante do órgão estadual, o Ministério da Saúde já está sendo provocado, em busca de insumos e da independência da secretaria em relação a Natal. 

“Nós também temos um projeto de expansão de polos. Hoje nós temos o Hospital da Mulher, localizado em Mossoró, com o pré-natal de alto risco, mas que precisa de profissionais especializados em endometriose. E nós estamos pensando em criar um ambulatório especializado lá, que faça as cirurgias também”, acrescentou.

Sobre a linha de cuidado, Anny Karoline explicou que existe um plano de construção da rede, incluindo a capacitação de profissionais. 
“Dessa forma, nós poderemos conduzir o que pode ser levado na atenção primária e deixar os casos mais complexos para o HUOL. Nós iremos transformar o Grupo de Trabalho em ‘Portaria’, para dar uma efetividade maior ao que for pensado dentro da equipe. Após o documento feito, nós vamos saber a situação com mais detalhes e partiremos para a fase de implementação, em que precisaremos muito do apoio tanto dos municípios quanto dos usuários”, ressaltou.

Ao final do debate, a deputada Cristiane Dantas citou, como encaminhamentos, a construção e apresentação do Projeto de Lei que irá estabelecer a linha de cuidado às mulheres com endometriose no Rio Grande do Norte, bem como a reunião com a secretária estadual de Saúde, Lyane Ramalho, no mês de julho, da qual participarão a parlamentar e as médicas Ana Lígia e Gleisse Aguiar.

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ALRN consolida avanços em sustentabilidade após um ano do PLS

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No II Encontro Junho Sustentável, realizado na manhã desta quarta-feira (24), com o tema “Ações Legislativas para uma Gestão mais Sustentável”, o diretor administrativo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), Pedro Cascudo, destacou o apoio da Casa à construção do Plano de Logística Sustentável (PLS). “Temos o PLS há um ano, mas já alcançamos ótimos resultados, graças aos esforços de todos, que estão fazendo o plano acontecer, desde o funcionário da limpeza, que faz a coleta seletiva, até os gabinetes. Estamos medindo os resultados e indo bem”, afirmou.

A atividade integra o calendário especial do Mês do Meio Ambiente, aberto no primeiro dia do mês, com a campanha de coleta de resíduos eletrônicos. Ontem (22), foi realizada a feirinha de produtos orgânicos. O Junho Sustentável tem como objetivo disseminar a adoção de práticas sustentáveis na administração pública, incentivando a implementação de ações que conciliem eficiência, responsabilidade ambiental e desenvolvimento social.

Em seguida, o diretor da Escola da Assembleia, José Bezerra Marinho, fez um breve discurso de abertura, onde afirmou que a preocupação não deve ser somente com o meio ambiente: “O foco deve ser a dignidade da pessoa humana”, disse. A apresentação artística do quarteto Flor Morena arrancou aplausos da plateia e emocionou com músicas nordestinas dentro da temática da sustentabilidade. 

O Junho Sustentável, aberto no início do mês, conta com uma série de eventos planejados pela Comissão Gestora do PLS. As integrantes do Comitê, Ana Clarissa Bezerra Galvão de Araújo e Joana D’arc Rodrigues da Silva apresentaram os resultados do PLS, que foi construído com a participação de servidores e gestores de praticamente todos os setores da Casa.

A programação ainda teve na sequência as palestras Governança sustentável no setor público: avanços e desafios do PLS no Tribunal de Contas da União (TCU), com o auditor federal Elieser Cavalcante da Silva (TCU) e Descarte consciente: o que fazer com seu lixo eletrônico, por Larissa Magalhães (RECINFO).

Na apresentação das servidoras da Casa, o PLS, dividido em três eixos estratégicos — Eco-eficiência, Pessoas e Governança —, reformulou a cultura interna com metas focadas na redução do desperdício institucional. Entre os principais resultados ambientais destaca-se a mudança de comportamento no uso de recursos. A implantação de novos sistemas digitais promoveu a economia de 16.400 folhas de papel A4 por mês. 

Além disso, o consumo de copos plásticos de 200ml despencou 42,9%, o que evitou o descarte mensal de mais de 19 mil unidades na natureza. Com a instalação de 30 purificadores de água, a Casa reduziu drasticamente o uso de galões e gerou uma economia global de 12,5% no consumo de água da rede.

Na área de transportes, a Casa está testando um projeto-piloto para locação de carros elétricos. A destinação de resíduos às cooperativas também cresceu, com salto de 49,5% no descarte correto de eletroeletrônicos. O impacto humano também foi priorizado: foram mantidos cerca de 2 mil atendimentos mensais de saúde aos servidores , além do lançamento de um eixo permanente de Diversidade e Inclusão que debate pautas como equidade de gênero e o uso do nome social. 

Com a capacitação de gestores para compras sustentáveis e a adoção da metodologia construtiva BIM, a ALRN moderniza seus processos internos e se posiciona como referência em eficiência no setor público regional.

O Junho Sustentável também mexeu na rotina administrativa. Logo na entrada do auditório Cortez Pereira, os servidores se deparavam com a entrega de mudas de plantas que podiam ser trocadas por tampinhas de plástico que ao final da campanha serão doadas a uma instituição beneficente. Os itens aceitos para doação são tampas de bebidas, de produtos de higiene, limpeza e potes de alimentos. 

Em paralelo, no Salão de Eventos acontece até a próxima sexta-feira (26), o Bazar da Sustentabilidade, numa proposta de moda circular, além da venda de itens de consumo doméstico. A Feirinha de Artesanato ocorrerá entre os dias 29 de junho e 3 de julho, encerrando a programação do evento.

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Deputados fazem críticas ao governo do Estado

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Depois de se pronunciar no Grande Expediente e no horário de líderes, fazendo críticas ao governo do Estado do Rio Grande do Norte, e ser rebatido pelo líder do Executivo na Assembleia, Francisco do PT, o deputado José Dias (PL) voltou ao tema no horário dos deputados, que encerra a sessão ordinária. José Dias afirmou que mantinha suas críticas, principalmente sobre o que chamou de “obras mixurucas”.

O deputado Luiz Eduardo (PL) também se pronunciou no horário, ressaltando as críticas de José Dias, contra  o comparativo feito por Francisco do PT, entre o governo de Fátima Bezerra e o do seu antecessor Robinson Faria. E seguiu o discurso relatando as dificuldades no setor de Saúde do Estado.

“Cerca de 50% dos remédios estão faltando na Unicat”, alertou Luiz Eduardo, que também citou problemas nas áreas de segurança, estradas e educação.

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José Dias comenta cenário político e faz críticas à gestão estadual

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O deputado José Dias (PL) abordou, durante sessão plenária desta quarta-feira (24), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte temas relacionados ao cenário político nacional e internacional, além de avaliar o momento econômico e administrativo vivido pelo país.

Ao longo da fala, o deputado citou mudanças políticas observadas em países da América Latina e da Europa, defendendo que esses movimentos refletem uma insatisfação de parte da população com governos e modelos de gestão adotados nos últimos anos. Para José Dias, o contexto internacional pode influenciar o debate político brasileiro nos próximos períodos eleitorais.

O parlamentar também fez críticas à administração estadual e avaliou que o governo enfrenta dificuldades de aprovação popular. “Nós temos um governo que está com 70% de rejeição, um governo que não tem credibilidade para nada”, afirmou. José Dias ainda mencionou a execução de emendas parlamentares e defendeu mudanças na condução da gestão pública no Estado.

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Cristiane Dantas ressalta pioneirismo e atuação feminina na engenharia potiguar

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A valorização da presença feminina em setores historicamente ocupados por homens pautou o pronunciamento da deputada Cristiane Dantas (PSDB) nesta quarta-feira (24), na Assembleia Legislativa. A parlamentar repercutiu a realização de uma sessão solene, promovida pela Procuradoria Especial da Mulher, em celebração ao Dia Internacional da Mulher na Engenharia, ocorrida recentemente na sede do Legislativo estadual.

Durante sua fala, a deputada ressaltou que o evento homenageou profissionais de diversas especialidades, evidenciando o papel de mulheres que foram pioneiras na área. Cristiane Dantas lembrou que o Rio Grande do Norte reafirmou sua tradição de vanguarda ao ter sido o estado de origem da primeira mulher a presidir um Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) no Brasil. “Foi uma homenagem que enalteceu a importância dessa profissão”, afirmou a parlamentar.

A solenidade contou com a participação do presidente do Crea-RN, Roberto Wagner, e reuniu homenageadas vindas de municípios como Pau dos Ferros, Assú e Caicó acompanhadas de seus familiares. Para a legisladora, a crescente ocupação de espaços em segmentos como a engenharia elétrica e a civil demonstra o avanço feminino em setores onde, muitas vezes, a presença de mulheres ainda é minoritária nos bancos acadêmicos.

Ao finalizar o registro, a Procuradora Especial da Mulher da Assembleia Legislativa destacou que a iniciativa foi uma proposição conjunta de toda a bancada feminina da Casa. Ela registrou a presença das deputadas Terezinha Maia (PL) e Divaneide Basílio (PT), celebrando o resultado da tarde de homenagens como um momento de reconhecimento ao compromisso e à qualidade do trabalho técnico executado pelas engenheiras potiguares.

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Coronel Azevedo critica gestão estadual e celebra lei de repasses diretos

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Durante sessão plenária na Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (24), o deputado Coronel Azevedo (PL) proferiu novas críticas à administração da governadora Fátima Bezerra (PT), classificando a recente promulgação da lei que garante o repasse automático de recursos aos municípios como um “atestado de gestão inconfiável”. Segundo o parlamentar, a nova legislação representa uma espécie de “impeachment financeiro”, motivado pela quebra de confiança entre as prefeituras e o Poder Executivo estadual.

O deputado destacou que a medida foi necessária para assegurar que os valores correspondentes ao ICMS, IPVA e FUNDEB cheguem diretamente aos cofres municipais, sem a intermediação do Tesouro Estadual. Para Azevedo, o texto protege o “dinheiro do povo” que reside em cada cidade potiguar, impedindo que o governo estadual atrase ou controle recursos que não lhe pertencem.

Durante seu pronunciamento, o representante ressaltou que a Assembleia Legislativa agiu em defesa das prefeituras ao derrubar o veto integral anteriormente aplicado pela governadora ao projeto. De acordo com o parlamentar, até mesmo integrantes da base governista votaram pela rejeição do veto, reconhecendo a importância da autonomia financeira local. “Quando prefeitos precisam de uma lei para receber o dinheiro que já é dos municípios, a confiança no governo acabou”, afirmou o deputado, reforçando que o Rio Grande do Norte necessita de uma gestão pautada pela transparência.

Além do debate financeiro, o parlamentar destacou futuras sessões solenes de sua autoria. As solenidades previstas prestarão homenagens a segmentos como motoclubes, clubes de tiro e profissionais de educação física, valorizando a atuação dessas categorias e suas contribuições para a sociedade norte-rio-grandense.

Ao concluir sua fala, o legislador lamentou o que chamou de “transtornos administrativos” e defendeu que a atual gestão demonstra incapacidade técnica na condução do Estado. Coronel Azevedo finalizou reiterando que a proteção dos recursos públicos é um dever do Parlamento e celebrou a vitória das prefeituras na garantia de seus direitos constitucionais.

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José Dias e Francisco do PT debatem emendas parlamentares, finanças e obras do RN

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Os pronunciamentos dos deputados estaduais José Dias (PL) e Francisco do PT marcaram o debate político durante a sessão ordinária desta quarta-feira (24), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Os parlamentares abordaram temas relacionados à gestão estadual, incluindo a execução de emendas parlamentares, a situação fiscal do Estado, investimentos em infraestrutura e os indicadores da administração pública.

Primeiro a ocupar o horário destinado aos líderes partidários, José Dias manifestou preocupação com o que classificou como pagamento seletivo de emendas parlamentares. O deputado defendeu que haja isonomia na liberação dos recursos, garantindo tratamento igualitário aos parlamentares e às demandas encaminhadas em benefício dos municípios potiguares.

O parlamentar também criticou as condições das rodovias estaduais, afirmando que os problemas enfrentados pela malha viária representam mais um desafio da atual administração. Ao comentar comparações entre diferentes gestões, José Dias defendeu que a responsabilidade pela execução das ações governamentais deve ser assumida pela administração atual. “Comparar os governos anteriores com o atual não tira da governadora a responsabilidade de tudo que ela sabe que precisa fazer. Sem falar que no governo anterior, que por sinal era do PT, fomos prejudicados pela falta de investimentos da União com o RN”, afirmou.

Em seguida, Francisco do PT utilizou a tribuna para apresentar dados que, segundo ele, demonstram avanços na situação fiscal do Estado. Entre os indicadores citados pelo parlamentar estão a redução do comprometimento da folha de pessoal, que passou de 63% da receita corrente líquida para 56%, e a diminuição da dívida financeira líquida, que caiu de 38,58% da receita corrente líquida, em 2018, para 17,68% em 2025.

O deputado também argumentou que o crescimento das dívidas com precatórios não pode ser atribuído ao atual governo e destacou que, desconsiderando esses passivos, a dívida consolidada do Estado foi reduzida de 36,77% para 19,06% da receita corrente líquida no mesmo período. “Se isso não for melhorar, não sei mais o que é”, declarou.

Ao defender a gestão estadual, Francisco do PT lembrou que o governo recebeu o Estado com dificuldades financeiras e passivos acumulados, incluindo folhas salariais atrasadas. O parlamentar também ressaltou avanços na área da segurança pública, afirmando que o Rio Grande do Norte deixou de figurar entre os estados com os piores indicadores do país para alcançar melhores resultados no setor.

Entre as obras citadas pelo deputado estão a RN-086, na divisa com a Paraíba, a estrada da Palma, a Escola Estadual Calpúrnia Caldas de Amorim (Ecam), a rodovia que liga Currais Novos a Lagoa Nova, a federalização da estrada entre Currais Novos e Florânia, a duplicação da BR-304 e a ampliação do centro cirúrgico do Hospital Regional Mariano Coelho, em Currais Novos.

Ao concluir seu pronunciamento, Francisco do PT rebateu as críticas apresentadas anteriormente por José Dias e destacou a importância do respeito no debate político. “É no plenário que devemos defender nossas ideologias políticas, mas sempre com muito respeito e classe, que é o que o povo do Rio Grande do Norte merece”, afirmou.

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Francisco do PT destaca pagamento de emendas e obras em andamento no RN

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O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Francisco do PT, utilizou o horário destinado aos oradores na sessão plenária desta quarta-feira (24) para comentar o pagamento de emendas parlamentares e rebater críticas sobre obras estaduais apontadas como paralisadas. Durante o pronunciamento, o parlamentar afirmou que os repasses das emendas estão sendo realizados e ressaltou que não há distinção entre os deputados.

“As emendas estão sendo pagas. Não há discriminação entre deputados”, declarou, ao citar que acompanha o andamento dos pagamentos junto aos órgãos responsáveis. 

Francisco do PT também fez referência a um levantamento apresentado anteriormente pelo deputado Gustavo Carvalho (PL) sobre obras classificadas como paralisadas. Segundo ele, os dados precisam ser analisados em conjunto com as justificativas registradas nos processos. “Vou entregar o relatório das 30 obras com as respectivas justificativas. Em muitos casos houve necessidade de nova licitação e a empresa já está executando os serviços”, afirmou.

O deputado ainda destacou agendas recentes ao lado da governadora Fátima Bezerra em municípios do estado, com entregas e acompanhamento de investimentos em infraestrutura e educação. Para o parlamentar, as ações demonstram a continuidade de obras e projetos em diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

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Solenidade homenageia engenheiras potiguares e enaltece legado

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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realizou, na tarde desta terça-feira (23), uma sessão solene em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres na Engenharia. A iniciativa partiu da Procuradoria Especial da Mulher da Casa, reunindo parlamentares, representantes do setor, autoridades e profissionais que se destacam na engenharia potiguar.

A solenidade foi conduzida pela Procuradoria Especial da Mulher, atualmente integrada pelas deputadas estaduais Cristiane Dantas (PSDB), que é a Procuradora Especial da Mulher, Divaneide Basílio (PT), que preside a Frente Parlamentar da Mulher, e Terezinha Maia (PL). As três participaram da programação e da entrega das homenagens às profissionais reconhecidas durante a cerimônia.

Em seu discurso, a deputada Cristiane Dantas destacou a importância da presença feminina em uma área historicamente marcada pela predominância masculina. “Quando uma mulher ocupa um espaço, ela transforma esse espaço. Quando ocupa a engenharia, ela transforma o mundo”, afirmou.

Durante a sessão, Cristiane lembrou que as mulheres representam atualmente entre 19% e 25% dos profissionais registrados no Sistema Confea/Crea no Brasil, índice que demonstra avanços, mas também evidencia desafios para a ampliação da participação feminina na área. No Rio Grande do Norte, são mais de 5,3 mil profissionais registradas e com visto no Crea-RN.

A deputada também enfatizou a relevância da diversidade para o desenvolvimento da engenharia. “Mais mulheres na engenharia significam mais diversidade de pensamento, mais inovação, mais criatividade e mais capacidade de construir soluções que dialoguem com as necessidades da sociedade”, disse.

A parlamentar ressaltou ainda que a homenagem teve como objetivo reconhecer mulheres que contribuem para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e servem de inspiração para novas gerações. 

“Enaltecemos aquelas que constroem oportunidades, rompem barreiras, inspiram novas gerações e ajudam a transformar a sociedade por meio do conhecimento, da inovação e da coragem”, declarou.

Ao longo da solenidade, foram entregues placas de reconhecimento a profissionais que se destacam em diferentes áreas da engenharia, além da Medalha Pioneiras da Engenharia Potiguar, destinada a mulheres que marcaram a história da profissão no estado. A cerimônia também contou com uma homenagem especial à engenheira Paloma Evangelista Nolasco Lemos, presidente da Associação das Mulheres Engenheiras do Rio Grande do Norte, entidade que está em processo de consolidação como a primeira organização exclusivamente feminina da área registrada no Sistema Confea/Crea.

Representando as homenageadas, a engenheira Larissa Dantas comemorou o espaço concedido pela Assembleia Legislativa e a homenagem prestada à categoria. Relembrando sua trajetória e enaltecendo outras mulheres que têm deixado suas marcas na engenharia potiguar, Larissa Dantas agradeceu pelo reconhecimento do Poder Legislativo e pelo momento da engenharia.

“Tenho certeza de que todos nós temos orgulho a ter dedicado a carreira ao desenvolvimento tecnológico e econmômico nos locais em que atuam e aturam, contribuindo para projetos que geram emprego, renda, melhoras índices de saúde, levam água e qualidade de vida à população”, disse Larissa Dantas. “Deus foi muito bom para mim. Temos que agradecer a Deus por tudo o que proporcionou, gratidão pela honra de estar falando em nome de todas vocês. Esse certamente é o maior tesouro de ser uma engenheira: encontrar pessoas que mudam nossa visão de mundo. Que consigamos construir um futuro cada vez mais inovador e próspero para nosso Rio Grande do Norte”, finalizou a homenageada.

Ao encerrar sua fala, Cristiane Dantas destacou que a homenagem vai além do reconhecimento individual e representa um incentivo para que mais mulheres ingressem e ocupem espaços de liderança na engenharia. Segundo ela, as profissionais homenageadas representam milhares de engenheiras que ajudam diariamente a construir o desenvolvimento econômico, tecnológico e social do Rio Grande do Norte.

Homenageadas

Placas de homenagem

Larissa Dantas
Viviane Muniz Fonseca
Carla Gracy Ribeiro Meneses
Élida Simone Fernandes
Ermelinda Maria Mota Oliveira
Francis Mary Freire de Souza
Talita Tássia da Costa
Genifer Reis do Nascimento
Simone Feitosa Coutinho

Medalha Pioneiras da Engenharia Potiguar

Ana Adalgisa Dias Paulino
Elequicina Maria dos Santos
Zélia Maria Juvenal dos Santos

Homenagem especial

Paloma Evangelista Nolasco Lemos

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Auditor do TCU compartilha experiências de sustentabilidade na gestão pública

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 A programação do Junho Sustentável, promovida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), segue mobilizando gestores e servidores em torno de temas ligados à preservação ambiental e à sustentabilidade. Nesta terça-feira (23), o principal destaque foi a palestra “Gestão Pública Sustentável”, ministrada por Eliéser Cavalcante Silva- auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), no Salão de Eventos da ALRN, pela manhã.

A atividade integra o calendário especial do Mês do Meio Ambiente, aberto no primeiro dia do mês, com a campanha de coleta de resíduos eletrônicos. Ontem (22), foi realizada a feirinha de produtos orgânicos. O Junho Sustentável tem como objetivo disseminar a adoção de práticas sustentáveis na administração pública, incentivando a implementação de ações que conciliem eficiência, responsabilidade ambiental e desenvolvimento social.

Na abertura da programação, o Coral da Assembleia fez uma apresentação de três músicas do cancioneiro nordestino. Em seguida, o diretor-geral da ALRN, Augusto Carlos Viveiros, deu as boas-vindas ao palestrante e afirmou: “Nos inspiramos para fazer o nosso Plano de Logística Sustentável (PLS), entre outros, no Tribunal de Contas da União, o órgão maior de fiscalização. A gente precisa mudar para viver num mundo novo, diferente, que está mudando o tempo todo e exige boas práticas para deixarmos um mundo melhor”, afirmou.

Durante a palestra “Gestão Pública Sustentável”, o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), Eliéser Cavalcante, apresentou experiências que demonstram como práticas sustentáveis podem gerar economia de recursos e maior eficiência na administração pública. Entre as ações destacadas está a redução da frota oficial do órgão, que passou a contar com veículos elétricos e a utilizar o sistema TaxiGov para atender às demandas de deslocamento. Segundo ele, a medida também provocou uma mudança de comportamento entre os servidores, que passaram a recorrer com mais frequência a reuniões virtuais, reduzindo deslocamentos desnecessários.

Outro exemplo abordado foi a eliminação das garrafas plásticas de água distribuídas no TCU. A iniciativa substituiu um sistema que gerava custos anuais superiores a R$ 219 mil pela instalação de filtros integrados à rede de abastecimento. Para garantir a adesão dos servidores, o tribunal realizou análises laboratoriais que comprovaram a qualidade da água fornecida pela concessionária, reforçando a viabilidade da medida sob os aspectos econômico, ambiental e sanitário.

Eliéser também ressaltou a importância da acessibilidade e da inclusão no planejamento institucional. Ao relatar a ausência de uma rampa de acesso em uma das entradas da Assembleia Legislativa, destacou a necessidade de avaliações permanentes da infraestrutura e da criação de canais que permitam aos cidadãos e servidores apontar problemas e sugerir melhorias. O palestrante ainda apresentou ações de otimização de contratos e de incentivo ao uso das escadas em substituição aos elevadores, contribuindo para a redução de custos e do consumo de energia.

O palestrante é servidor lotado na Diretoria para a Promoção da Sustentabilidade Ambiental, da Responsabilidade Social e da Governança da Secretaria-Geral Adjunta de Administração e coordenador do Grupo de Trabalho para elaboração do Inventário de Carbono do TCU.

Na parte final da exposição, o auditor detalhou os avanços do Plano de Logística Sustentável (PLS) do TCU, que alcançou elevado índice de cumprimento das metas estabelecidas. Também abordou iniciativas como a elaboração do inventário de carbono institucional, a avaliação da migração para o mercado livre de energia e a participação em redes de cooperação voltadas à sustentabilidade. Segundo ele, os órgãos públicos são cada vez mais desafiados a incorporar indicadores de governança, gestão de riscos, integridade e acessibilidade, consolidando a sustentabilidade como elemento estratégico da gestão pública.

Junho Sustentável
Amanhã (24) a programação segue com o II Encontro Junho Sustentável, com o tema “Ações Legislativas para uma Gestão mais Sustentável”, no Auditório Cortez Pereira. A programação inclui ainda uma campanha de arrecadação de tampinhas plásticas, na qual os participantes poderão trocar o material arrecadado por mudas de plantas.

De amanhã até sexta-feira (26), o público também poderá visitar o Bazar da Sustentabilidade, enquanto a Feirinha de Artesanato ocorrerá entre os dias 29 de junho e 3 de julho, ambas no Salão Nobre da ALRN.

Para a organização do evento, iniciativas como o Junho Sustentável contribuem para fortalecer a cultura da responsabilidade ambiental e ampliar o debate sobre práticas sustentáveis dentro e fora das instituições públicas.

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ALRN

Kleber Rodrigues destaca impacto econômico e cultural dos festejos juninos

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O fortalecimento da cultura popular e os impactos econômicos dos festejos juninos no Rio Grande do Norte pautaram o pronunciamento do deputado Kleber Rodrigues (PP) durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (23). O parlamentar ressaltou a importância das celebrações realizadas em diversos municípios potiguares ao longo dos meses de junho e julho.

Segundo o deputado, além de preservar tradições culturais, os eventos movimentam diferentes setores da economia. “Os festejos juninos geram oportunidades para comerciantes, empreendedores, costureiras, grupos culturais e trabalhadores que encontram nesse período uma importante fonte de renda”, afirmou.

Kleber Rodrigues destacou ainda que os investimentos realizados pelas prefeituras retornam para os municípios por meio da atividade econômica gerada pelas festas. Para o parlamentar, o crescimento dos festivais e das programações juninas demonstra a força da cultura nordestina e sua capacidade de impulsionar o desenvolvimento local. “O nosso São João é a nossa cultura e continua gerando impactos positivos para a economia das cidades do Rio Grande do Norte”, concluiu.

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